quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Maratona de Malta, uma experiencia… diferente




Caros Amigos, uma aborrecida gripe que atingiu o Nuno, não nos permitiu ter condições para escrever esta crónica mais cedo, pedimos por isso as nossas desculpas.

Não vos vamos maçar em demasia, até porque a “experiencia” a isso não se dispõe.

Fizemos o que habitualmente fazemos nestas aventuras de juntar a corrida ao turismo.
Fomos um dia antes para tratar de tudo com calma e convenientemente e terminada a corrida, ficámos mais um par de dias para conhecer o local.


Diria que da experiencia que tivemos, Malta é uma ilha bonita, interessante, que se visita em pouco tempo, de gentes muito religiosas, simpáticas e acolhedoras, onde se bebe (bom vinho) e come muito bem (o coelho e o peixe, são dois pitéus de se lhe tirar o chapéu) e onde o custo para turista é bastante aceitável.

No que toca ao que realmente vos interessa, a corrida.
É difícil definir esta organização/corrida.

É uma organização e uma prova, muito familiar e tal como a Ilha, com dimensões muito reduzidas.
Terminaram cerca de 400 Maratonistas e na prova da Meia Maratona foram cerca de 2.400 os Atletas que chegaram ao final.
Enquanto na Maratona a base dos Corredores era estrangeira (Alemães, Franceses e Italianos), já na prova da Meia, era visível a festa dos Malteses.


 O trajecto é bonito, mas o local de partida de ambas as provas (com 1h 20min de diferença) era simplesmente fantástico, com uma vista singular sobre toda a ilha (Medina).
Como em ambos os casos chegámos bastante antes do tiro de partida, ainda tivemos tempo para a respectiva visita ao local.

Um percurso difícil e enganador, apesar do desnível final de 200m.
Ou estávamos a descer, com algumas descidas muito íngremes ou estávamos a subir longas rectas muito pouco íngremes (mas a subir… posso garantir).
O quadro de altimetria da prova (similar “à foto final do Garmin”) é mesmo muito enganador, pois os últimos 10Km, são complicadotes.

Tivemos acima de tudo o Mau e o Muito Bom.

A principal critica negativa que deixamos (e única, tudo o resto não é importante), tem que ver com o controlo de tráfico e dimensão das vias onde se corria.
Em cerca de 50% do trajecto da Maratona, o trânsito estava pura e simplesmente aberto com uma gestão policial nos cruzamentos...sim ABERTO.


Na Meia, a maior parte do trajecto estava cortado ao trânsito, não na totalidade da estrada, mas numa das faixas o que provocou apenas algum congestionamento nos primeiros 1.500m (o cheirinho do combustível queimado foi um acompanhante permanente).
No caso do Nuno na Maratona, ouviu muitas vezes buzinadelas de carros, sempre que tinha que correr na estrada por não haver passeios.

Exactamente por esta questão e devido ao estado do asfalto, em determinadas partes do trajecto tínhamos que ter bastante cuidado com os carros, com os buracos, com as bermas…enfim, não foi fácil e a direcção da prova deveria ter em atenção esta situação em organizações futuras.
Na maratona, algumas partes do percurso são feitas de uma forma muito isolada, sem público e sem companhia.

Quem nos conhece sabe bem, que nestas coisas que têm que ver com o simples lazer, gostamos acima de tudo de valorizar o que é bom e divertido, pois para desgraças e chatices, bem basta o que temos obrigatoriamente com que conviver.
Assim sendo, vamos rapidamente ao que mais gostámos.

O Evento relativamente a nós, teve momentos inesquecíveis e características muito boas.
Logo à chegada, na “Carbo Party”, quem nos esperava para nos entregar toda a documentação era tão simplesmente o Director de Prova.
Segundo ele, fomos os primeiros e únicos Portugueses (nós os dois e um casal amigo que também nos acompanhou) a participar na Maratona de Malta em todas as suas 29 edições.
Algo que nos custa a crer…mas que nos deu direito a recepção especial.


No dia da prova, e no decurso da mesma vamos salientar o seguinte:
- A forma como os autocarros estavam organizados para nos transportar para a partida;
- O controlo simples dos sacos quer na recepção, quer na entrega ao final;
- A quantidade e simpatia dos voluntários durante todo o percurso…fantástico;
- A qualidade e quantidade dos WC’s à partida e durante o trajecto…vocês sabem bem a importância que o Nuno dá a essas coisas;
- A forma como os atletas da Maratona iam sendo recebidos à chegada…divino.


Aproveitamos para salientar algo a que assistimos e vivemos pela primeira vez.
Uma reportagem fotográfica em directo. Qualquer atleta que tivesse facebook (ou seja quase todos), foi fotografado em tempo real e as fotos eram publicadas imediatamente. Assim os familiares e amigos puderam “ver a prova em directo”. Para nós, uma inovação fantástica que desconhecíamos e que teve o patrocínio da marca Gillette.
Para os atletas as fotos foram todas a custo zero.

Para finalizar…foi mais uma jornada em que nos divertimos muito.
A Cris fez PBT e ainda correu mais 8Km(4 para cada lado) para me ir “rebocar”.
O Nuno completou a Maratona, ainda longe da Sua forma, mas completou e como sempre divertiu-se muito…até parece que nem vai cansado tal é a disposição.


Apesar de não ser importante, fica a referência de termos atingido a melhor classificação e tempos de todas as presenças Portuguesas nesta prova e nos últimos 29 anos.
(ainda menos importante, é o facto de termos sido os únicos  :-) )

Mais uma vez tivemos direito ao prazer supremo nestas coisas…correr juntos o final da Maratona.
Melhor mesmo, só quando a Cris decidir “atirar-se” aos 42Km… quem sabe um dia destes ….


Runbeijos, Runabraços, boas corridas e até à próxima.
Cris e Nuno

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O que foi para mim a Ultra....


Gostaria de conseguir fazer um relato pormenorizado sobre os sítios por onde passei, mas desculpem, estive o tempo todo a olhar para o chão, pois sabia que com os meus dotes de trailer o mais certo era cair. Como não me lembro, deixo-vos o track para que possam perceber o que vou contar a seguir. Posso desde já avisar que foi duro.
Sem dúvida que esta é uma prova para se ir fazendo sem expectativas de tempo ou velocidade, e não é uma competição contra os outros, é um desafio à nossa capacidade de ultrapassar desafios.

A véspera foi passada em convívio no jantar; este grupo caracteriza-se por pessoas que apreciam a amizade e o espírito de partilha. Eramos mais de 20 R4F e tenho que agradecer à Luísa e ao João Ralha pela fantástica tarte e bolinhos com que nos brindaram à sobremesa. Apesar de eu estar desconfiado de que a Luísa tem percentagem nas vendas do “Pomar da Rosa” (ups, publicidade!), este gesto demonstra o espírito de amizade que existe entre nós. O Jorge Esteves também tinha uma surpresa, os novos rebuçados que a Lusiteca (ups, mais publicidade!) está a produzir. Por isso, como podem perceber, não precisávamos de ir ao Rui dos Leitões, podíamos perfeitamente ter ficado no parque de estacionamento a comer tarte, bolos e rebuçados. :)

No dia seguinte, com 2 graus, lá iniciámos a prova e, apesar da temperatura, passados 3km eu já estava a tirar a camisola e a correr só com a t-shirt. Arranquei com o Nuno Tempera, o Jorge Prazeres, o Gonçalo e o Jorge Paulo e fomos sempre a um belo ritmo, mas com muita diversão e conversa. O Miguel Serradas Duarte, como sempre, abandonou o grupo e o Jorge Esteves e o Teodoro, como homens muito experientes, ficaram mais para atrás. O ambiente nos trails, como já foi tantas vezes referido, é um ambiente de alegria, em que todos se motivam uns aos outros e existe um grande espírito de solidariedade. Durante a semana a Patrícia Calado tinha-me feito prometer duas coisas: uma era levar o telemóvel e a outra que tinha que ter sempre companhia de um R4F. Admito que ainda pensei em ignorar estes conselhos, mas sem dúvida que ela sabe o que diz e ainda bem.

Segui os seus conselhos, fui sempre com os R4F e telefonei-lhe algumas vezes no caminho. Como íamos os 5 sempre na conversa, os primeiros 10 km passaram muito rápido e apesar de nos termos enganado e termos feito parte do percurso da caminhada (sim era o Nuno que andava a imitar uma sirene e com isso abrimos caminho no meio dos caminheiros), o desvio não foi significativo (cerca de 300metros) e voltamos ao caminho correcto. No abastecimento encontrámos a Manuela Cruz e a Maria Antunes, com a alegria que lhes é característica, e tirámos fotos e trocamos umas palavras. Seguimos e, após 200 metros, encontrámos a Elsa Mota (como estava lesionada não pode participar) que nos tirou fotografias e apontou para uma serra que iria ser o nosso próximo desafio. Já referi que foi uma prova dura?

Depois dessa serra o Jorge Prazeres, que estava com mais pressa, continuou e fiquei com o Gonçalo, o Nuno e o Jorge Paulo. Os primeiros 21km foram feitos em 2h25, o que levava a pensar que talvez pudesse ser uma prova rápida… Telefonei para a Patrícia com esperança de ainda poder almoçar com eles. :) Errado, por pouco nem jantava.

Um pouco mais à frente fomos ultrapassados pelo Teodoro que ia numa velocidade estonteante, nunca mais o vi… O Nuno Tempera, com a ajuda dos seus bastões e graças aos seus treinos na Serra da Estrela, também se afastou de nós. O Gonçalo, fruto do seu treino no dia anterior, teve que reduzir o ritmo e eu que sabia que se ligasse à Pat e dissesse que não estava com nenhum R4F poderia ter de voltar para Lisboa a pé, pelo que decidi colar-me ao Jorge Paulo, que foi o meu companheiro no resto da viagem. Os restantes kms foram com muitos desníveis. Só para terem uma ideia, passámos ao km 30 com 4h03 e perto do km 36 apareceu o Jorge Esteves com o Gonçalo. Numa demonstração do verdadeiro espirito R4F, o Jorge, ao aperceber-se de que o Gonçalo estava com cãibras fortíssimas, ficou a ajudá-lo e nunca mais o largou dizendo ”aqui ninguém fica para trás”; e não ficou mesmo. Quando nos apanharam ainda começámos a correr com eles, mas o ritmo deles estava forte e  perto do km 38 eles seguiram e nós ficámos para trás. Foi pena pois foi nesse km que nos perdemos e falhámos uma das fitas. Voltámos ao percurso correcto e com 40km tínhamos já quase 6h de prova.
Até ao fim foi gerir e foi com muita alegria que tínhamos a Pat nos últimos 500 metros à nossa espera para nos levar até à Meta incentivando e pondo as pessoas à nossa passagem a aplaudir, e aí com o espírito que nos caracteriza, estavam mais de 20 R4F que já tinham terminado a sua prova há muitas horas, mas que ficaram ali só para nos receber. Foi muito bonito e mesmo com uma viagem de 200km de regresso, quiseram ficar ali à nossa espera. Parafraseando o Jorge Esteves : “ aqui ninguém fica para trás”.

Com 6h45 terminei os 46.3 km, cansado mas feliz por ter ultrapassado este desafio. Uma coisa que quero realçar são os abastecimentos, com queijo, mel, pão, cerveja, bebidas isotónicas e água. A alegria das pessoas que nos servem é contagiante e num dos abastecimentos até havia bailarico. Peço desculpa por não ter dançado mas nessa altura só tinha o Jorge Paulo comigo e acho que ele não estava para aí virado. Quero agradecer ao Jorge Paulo, que é um fantástico companheiro de corrida, a excelente companhia e dizer-lhe que está numa bela forma. Nunca parece cansado e nas subidas põe sempre o turbo.

Já referi que foi uma prova dura? Sim foi, mas quem sabe se um dia não a repito?

RunAbraço

Maratón de Sevilla. Mucho más que correr!

Venga, venga campeón.

Esta é provavelmente a frase que mais se ouviu gritar pela multidão que saiu às ruas para aplaudir e puxar pelos 7150 atletas que correram hoje (ontem) a Maratona de Sevilha. Uma verdadeira festa da cidade. E foi também a frase que repeti para mim próprio vezes sem conta durante a parte final da prova, quando as dificuldades começaram a surgir.

Sevilha é uma velha conhecida minha, desde que a visitei pela primeira vez em 1992 para ver a grande Exposição Universal comemorativa dos 500 anos da viagem de Cristóvão Colombo. Desde então não me canso de lá voltar, nem que seja de passagem para algum destino balnear na costa espanhola. É uma cidade fantástica, cheia de cor e de vida, e que sempre tem algo de novo para nos oferecer. Não é que precisasse, mas agora passei a ter mais um motivo para regressar.

O dia estava excelente para correr. A temperatura oscilou entre seis e doze graus, mas o sol brilhou durante grande parte do percurso, sem que nunca se sentisse muito frio ou muito calor. Apenas o calor humano da população, que contagiava todos os particpantes na prova.

Depois de vencer o trânsito e as longas filas para o depósito dos sacos com a muda de roupa para o almoço, eu o João Veiga dirigimo-nos para a partida já muito em cima da hora. Mas o João saia de outra "caixa", e de repente vi-me obrigado a largar sózinho na minha maratona de estréia, o que aumentou ainda mais a minha ansiedade.

Felizmente estive pouco tempo sózinho, porque poucos metros depois da largada avistei o Alfredo Falcão e o seu amigo Fernando, com quem aliás tinha combinado arrancar. Seguimos juntos até ao km 13, altura em que o Alfredo resolveu abrandar o ritmo. Segui assim com o Fernando, que também se estava a estrear, até metada da prova. Vinhamos então num ritmo médio de 5m17s, demasiado forte para a distância da prova, pelo que "larguei" o Fernando e deixei-me ficar ligeiramente para trás. Não voltei a ver o Fernando, que ao que sei fez uma estreia de luxo, abaixo das 4 horas.

Ainda assim mantive um bom ritmo, na casa do 5m20s, quando fui surpeendido ao km 26 pela presença nas minhas costas do João Veiga, que entretanto se tinha deixado ficar para trás para experimentar uma das muitas casas de banho que organização disponibilizou a cada cinco quilómetros. O João vinha a outro ritmo, pelo que poucos metros depois ele voltou a descolar. Mas deixou-se novamente ultrapassar por mim ao km 32, quando sentiu os primeiros sinais de cansaço e começou a caminhar. Nessa altura eu vinha francamente bem, ainda surpreendido pela excelente marca de 2h41m que tinha registado ao km 30.Nessa altura ainda não sabia o que me esperava ...

Senti as primeiras dificuldades no ponto mais bonito de toda a prova, quando entramos no Parque Maria Luísa por entre um corredor de gente entusiasta, para contornar o magnífico Pavilhão de Espanha da Exposição Universal de 1929. Foi aí na Praça de Espanha, um pouco antes do km 34, que dei os meus primeiros passos desde que a prova se tinha iniciado, e logo a seguir ao abastecimento do km 35 choquei de frente com "o Muro". Ele afinal existe. Tive cãimbras horríveis nos gémeos das duas pernas, mais fortes na perna direita, cujos músculos superiores estavam também muito inchados. Parecia que eles queriam saltar para fora do corpo, como que a dizer que estavam fartos de correr e queriam voltar para casa. Mas não tiveram a sorte daqueles jogadores de Monopólio a quem sai a carta que lhes permite ir diretamente para a casa da partida sem passar pela prisão. Eu estava decidido a levá-los comigo até à meta passando por todas as casas.

Entre o km 35 e o km 40 andei quase tanto como corri, parando a espaços para alongar os músculos. Fui novamente ultrapassado pelo João Veiga, logo no Km 36, e por centenas de outros corredores que vinham no seu ritmo cadenciado. Mas também ultrapassei dezenas de outros ainda em pior estado do que eu. Quando atravessavamos o bonito Parque do Alamillo, já novamente na ilha da Cartuxa, avistei de frente o Estádio Olímpico, e percebi que tinha de me compor e recomeçar a correr normalmente para acabar a minha prova de estreia condignamente. Ao meu lado seguia um ciclista que me incentivava uma vez mais: Venga, venga campeón. Solo unos metros más y está terminada! E assim foi, ainda que esses metros fossem na verdade mais de dois quilómetros. 

Quando entrei no túnel do Estádio Olímpico, esqueci-me das pernas e consegui fazer os últimos 200 metros num sprint a 4m/km. Foi um momento emocionante. Senti-me um verdadeiro Carlos Lopes a entrar no Estádio Olímpico de Los Angeles. Enquanto dava a volta ao estádio fui ovacionado pelo muito público presente, em especial pelo Paulo e pela Maria, que estavam pelo menos há 45 minutos à minha espera :-). E ainda antes de cortar a meta avistei o João Veiga que recuperava o folego do seu sprint final para baixar das 4 horas. Mais tarde cruzamo-nos com o José Carlos Melo, com quem também estivemos no almoço de "clausura". Só não voltei a encontrar o Alfredo Falcão, que sentiu dificuldades e chegou mais tarde, tendo arrancado diretamente do estádio para Lisboa.

Foi uma prova fantástica, de que obviamente não me vou esquecer. É verdade que até ao km 30 vinha com um tempo de sonho, para baixar das 4 horas, e talvez até das 3h50m, mas como bem me avisaram o Teodoro e o Orlando, a Maratona é uma prova de 12km, que só começa ali. 

Não creio que tenha pago o preço de ter corrido muito depressa os 30km inicias. Ou pelo menos não creio que esse ritmo tenha sido o principal responsável pela quebra. Se tivesse vindo mais devagar, provavelmente teria tido os mesmos problemas musculares ao fim de três horas, onde quer que estivesse, até porque, se descontarmos as cãimbras, a minha condição física geral era muito boa. Até então vinha bastante confortável e não posso dizer que tenha chegado demasiado cansado. Até deu para sprintar :-). Além do mais, foi o ritmo inicial que me permitiu - apesar as dificuldades - fazer um tempo final de 4h04m42s, que é excelente para uma estreia. Conseguir manter esse ritmo durante tanto tempo também me dá o estímulo necessário para continuar a treinar e a correr mais por novos objetivos.

A Maratona é realmente uma prova de 12 km que começa no Km 30. Mas é também uma prova que se corre com a cabeça, e não com as pernas. Aprendemos muito sobre nós próprios nesses 12 km. E ficamos a saber que teremos força para saltar todos os muros que se vão levantar à nossa frente até à nossa meta final. Tinha por isso razão a organização quando anunciava a prova: "Maratón de Sevilha. Mucho más que correr!".

domingo, 24 de fevereiro de 2013

IV Trail de Conímbriga/Terras de Sicó!


Não gosto de trilhos.
Não gosto de lama, mesmo nada. Não gosto de pedras soltas, nem de areia. Não gosto de single tracks. Não gosto dos percursos escarpados, piores que caminhos de cabras. Não gosto de escorregar, cair, pisar pedras, torcer os pés, ter a roupa rasgada pelas silvas e as unhas cheias de terra.
Mas gosto muito do ESPÍRITO dos trilhos! Gosto da envolvente lúdica que engloba quase sempre a ida na véspera, o jantar de convívio pré-prova, a espera por todos os colegas na meta e o almoço tardio com o grupo todo reunido. Gosto do facto de os trilhos serem geralmente provas com um cariz menos competitivo, onde se verifica um espírito de entre-ajuda e um companheirismo extraordinários. Gosto do ambiente dos trilhos, em que todos conversam e riem. E gosto dos abastecimentos dos trilhos, verdadeiros oásis, com comida e bebida regionais, servida por gentes da terra, sempre com uma palavra amiga!
E como não posso usufruir do “espírito dos trilhos” sem “dar o corpo ao manifesto”, de vez em quando lá me inscrevo numa destas provas, quando me parece que a componente técnica do percurso é acessível, quando a distância é aceitável (menos que 25 km) e quando o grupo de amigos que participa me deixa a certeza de que serão momentos bem passados!
Por tudo isto, fiz hoje o IV Trail de Conímbriga/Terras de Sicó!
Fomos na véspera, como é da praxe! Jantar de sábado muito animado no Rui dos Leitões, com um grupo de mais de 20 convivas, quase todos participantes na prova, nos seus diferentes percursos: caminhada (18 km), trail (22 km) e ultra-trail (45 km). Hoje de manhã o dia acordou frio, quando entrámos no carro, rumo a Condeixa, o termómetro marcava 1 grau positivo! Mas estava um sol lindo e o azul do céu convidava a um passeio ao ar livre!
Todos comparecemos no ponto de encontro junto da meta, para as graçolas e fotografias da praxe! Um pouco depois das 9h30, foi dada a partida do ultra-trail, que contou com a participação dos veteranos Jorge Esteves, Nuno Tempera, Gonçalo Fontes de Melo, Teodoro Trindade, Jorge Paulo e Miguel Serradas Duarte, e dos estreantes em ultras, César Moreira e Jorge Prazeres! Dez minutos mais tarde, a partida do trail, com a participação dos fantásticos João Ralha, Luísa Ralha, Rui Ralha, Margarida Gonçalves, Rita Felizol, Rute Fernandes, Sandra Simões, José Magalhães, Paulo Raposo, Raúl Matos, Fernandinha Costa, António Coutinho Rebelo, Maria João Coutinho Rebelo, Rúben Costa, Carla Matos, Pedro Pinto e eu! Contámos ainda na caminhada com a magnífica participação da Maria Antunes e da Manuela Cruz. No geral, fomos a 4ª equipa com mais participantes na prova!
Lá seguimos, cada um com o seu objectivo, certamente todos a contar passar bons momentos de diversão! Pela minha parte, contava com uma prova “fácil”, com muitos estradões, e ansiava pelos afamados abastecimentos, com produtos típicos da região! Fiz toda a prova na excelente companhia da família Ralha, João, Luísa e Rui! Grandes entendidos em trail, sempre com bons conselhos e uma palavra de incentivo nos momentos mais difíceis! A Margarida Gonçalves juntou-se a nós na parte final da prova, e seguimos em bloco, num quinteto maravilha, até à meta! O percurso é lindíssimo, com passagem em Conímbriga e vistas lindas sobre toda a região serrana. Mas não foi uma prova fácil, pelo menos para os meus padrões. As subidas foram muitas, longas e de inclinação acentuada. Não faltaram partes mais técnicas, com as pedrinhas a rolar debaixo dos pés, cordas para auxiliar a passagem de zonas com desnível e lama, e todos esses mimos tão apreciados pelos amantes desta modalidade! Claro que para o João e para a Luísa isto foi “um passeio no parque” (o João então estava muito vitaminado, sempre aos pulinhos e a “abrir” nas descidas, não sei se dos ténis novos, se da dieta Paleo!), mas para mim houve momentos de bastante sofrimento físico, já a maldizer a decisão de fazer mais um trilho e com as habituais promessas de NUNCA MAIS repetir tal coisa!
Justiça seja feita à qualidade (e quantidade) dos abastecimentos!! Nunca vi nada assim! Queijo amanteigado, queijo fresco, requeijão, mel, tostas, pão de milho, fruta, água, bebidas isotónicas, cerveja, vinho branco e tinto! Era o incentivo perfeito para realizar a prova, correr de abastecimento em abastecimento, nas pequenas aldeias da região! Na aldeia de Casimiro a animação era inigualável, com banda e bailarico, tudo em honra dos atletas da prova! Dancámos, comemos e bebemos! Claro que esta nunca seria uma prova rápida! :)
Não sendo o trail mais longo que já fiz (Óbidos 2012 foram 27 km), foi certamente o trail com mais percursos técnicos e subidas em que alguma vez participei. Fácil e acessível para quem gosta disto, para mim foi desafiante! E espero ter entrado no exclusivo mundo dos “trailistas”, após ter quebrado uma barreira marcante nestas lides: o primeiro xixi no meio do mato!! :)
Cruzámos a meta após 3h45m, cansados (uns mais que outros!) mas bem dispostos! Com excepção da Sandra Simões, que se sentiu indisposta e (após corajosa insistência!) se viu obrigada a desistir, todos terminaram as suas distâncias com sucesso!
Depois do banho (quase frio!) e do revigorante almoço, foi altura de voltar para a linha da meta para apoiar a chegada dos nossos “ultras”! Um a um (ou dois a dois), lá foram chegando, cansados mas felizes pelo objectivo alcançado! Miguel, Jorge(s), Teodoro, Nuno e Gonçalo, vocês são uns valentes! Um beijinho especial ao César, que também não é particularmente “amigo” dos trilhos, e se aguentou estoicamente na estreia em > 42 km! Para mim, a chegada dos “nossos” é sempre o momento alto de todas as provas!
Foi bom? Foi! Mais trilhos? Talvez…. O que se segue? PROVAS DE ESTRADA!!!! :)

RTP Africa..hoje 16h45..Run 4 Fun...Podium

Hoje o Run 4 Fun vai estar em grande destaque no programa Podium da Rtp África...

João Ralha e Inês Gil Forte contam tudo...

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Atleta em destaque

José Carlos Melo



GP  da Arrábida 2012
G 



José Carlos Melo


 50 anos, Informático











1. Há quanto tempo corres?
Comecei a correr ocasionalmente em 2005. De forma mais continuada, após 2008.

2. Porque corres?
Decidi começar a correr por motivo de saúde, como terapia (peso, gorduras, stress).
Hoje corro por puro prazer.

3. Quantas vezes treinas por semana?
Depende da disponibilidade. Em média 4 vezes por semana (incluindo treinos e provas).

4. Qual a prova que mais gostas? E a que te marcou mais?
Escolha difícil. As provas que mais gostei foram: Trilhos do Almourol, Terras de Sicó, Geira Romana.As 3 provas que mais me marcaram:
O enorme prazer de concluir a 1ª Maratona (Maratona de Lisboa 2009);
Um caso de obsessão (Melides-Troia 2011);
A prova mais difícil que fiz (Abutres 2013).

5. Quais os teus próximos objectivos?
Fazer uma prova com cerca de 100 kms: Ronda.

6. Já fizeste a Maratona? A tua opinião sobre a Maratona
Já concluí algumas Maratonas. Contrariamente ao que muita gente pensa, esta prova rainha do Atletismo, é um desafio difícil, mas está ao alcance da grande maioria das pessoas que correm.
Com uma boa dose de dedicação, vontade e persistência na preparação, o corredor pode ter uma enorme alegria ao concluir a Maratona. E vai passar a ter uma perspetiva diferente da corrida, e de certa forma sobre alguns desafios da vida.

7. O que é para ti o Run 4 Fun? Que benefícios retiras de pertencer ao Clube?
Um clube de amigos que partilham o prazer de correr, que se incentivam e ajudam mutuamente nos seus objetivos. Vários desafios que eu já concluí, foram possíveis com este incentivo.

8. Uma mensagem aos novos membros do Clube
Bem-vindo! Desfrute do prazer da corrida como um hobby que dá um enorme prazer, partilhando a companhia com este excelente grupo que corre por prazer. Descubra como fazer com os seus companheiros de ritmo, um apoio mútuo no decorrer do treino e das provas, interagindo com quem vai a um ritmo parecido. Vai reparar que o esforço despendido vai custar menos, vai ter mais satisfação e vai obter melhores resultados nessa atividade. E descobrir que atingir alguns objetivos, afinal é mais fácil do que parece.


Run4Fun, num desporto diferente-Corrida em Orientação


Run4Fun num desporto diferente... Corrida em Orientação

Foi num fim de semana de fevereiro. Tive uma experiência diferente, Run, sim, Fun, sim, mas com um mapa e uma bússola na mão a ver se não me perdia – a “Corrida em Orientação”.
O meu resultado não foi brilhante (16/26), mas valeu pelo desafio e pela alegria de superar as dificuldades.
Estou a falar da prova “Portugal O’Meeting”: http://www.pom.pt/pt/ , a maior prova desta modalidade em Portugal realiza-se sempre pelo carnaval, 4 dias/6provas. Uma das etapas pontua para o ranking mundial da modalidade (WRE - World Ranking Event).
Teve a participação de 27 países (Europa amplamente representada e ainda Brasil, EUA, Canadá), 1700 atletas de todas as idades.
 

Era francamente interessante ver chegar à meta, a correr e em simultâneo crianças com menos de 10 anos, jovens, adultos e idosos de mais de 85 anos! 
 



 
 
Atletas em esforço intenso que terminavam tão extenuados como eu estou habituada a ver quando acabam uma maratona.
Algo enlameados como quando acabam um trilho (era inverno… tinha chovido).



 
Mas também pais a transportar filhos de meses, como eu vejo em corridas simples empurrando carrinhos, mas desta vez, sentados em cadeirinhas que levavam às costas.
Provas bem organizadas, e para os pais com filhos que ainda não participam, havia um espaço amplo de “babysitting”.

 
Durante a corrida (e principalmente no fim) senti a falta do entusiasmante apoio e incentivo da nossa grande família Run4Fun – não esqueço a minha mais recente experiência quando estava a chegar ao Cabo da Roca e me fizeram nascer uma alma nova, recuperar energia escondida não sei onde, e sentir um prazer enorme a terminar o XXIII Grande Prémio do Fim da Europa, ao ouvir os aplausos, os gritos de incentivo e os festejos, já junto à meta! Extraordinário! Que sensação maravilhosa! Bem, reconheçamos que se não fosse o Paulo Fernandes a acompanhar-me toda a prova ao meu ritmo possível (principalmente nos primeiros 10 km), teria sido difícil o feito de a terminar da forma feliz, como viram!

Ainda sobre a “Corrida em Orientação”, com diminutivo carinhoso de “Orientação”, já referi alguns pontos positivos. Destaco ainda o desafio que é de procurarmos num mapa o trajeto mais adequado, seja a percorrer as ruas de uma povoação, seja a procurar o melhor e mais rápido percurso no mato, entre pedras, floresta, rochas, vegetação de todos os tamanhos e densidades, rios, riachos e terrenos alagados. Neste desporto não há caminhos pré definidos ou trilhos marcados, é o atleta que escolhe a sua direcção, tendo como única condição passar pelas “balizas” referidas no seu mapa.
 
 
Os mapas, têm pontos diferentes (ou por ordem diferente), distâncias e graus de dificuldade diferentes conforme as idades e os vários escalões de competição (de menos de 10 anos a mais de 80) e os escalões abertos (desde fácil curto a difícil longo).
                   
Destaca-se  a diferença de idades dos participantes e o seu convívio lado a lado!



Pontos menos positivos: os atletas fazem a prova sozinhos, cada um por si, saem da partida com um ou mais minutos de diferença, os melhores (escalão “Elite”) saem no fim, e não há público a apoiar durante a prova. À chegada, a maior parte não tinha o calor das suas equipas mas nisso, só a família Run4Fun se destaca largamente! Temos que lhes ensinar como é! Eles desconhecem o prazer que é termos o apoio da nossa família desportiva ao chegar à meta!!
(Exemplo dos meus mapas em 2 das minhas provas, uma no mato a outra na aldeia de Monsanto)
Resumindo, a “Corrida em Orientação” implica esforço físico, em trilhos difíceis, mas também atenção para não nos perdermos e tomarmos as melhores opções (mais rápidas ou mais fáceis).
 
 O francês que ganhou no somatório das 3 provas (3 dias), Thierry Gueorgiou:


Gostava de ter transmitido o prazer que senti com este desporto, tão em contacto com a Natureza.



E sabem qual é a cor deste desporto? Já viram a cor das “balizas”? É o Laranja!!!
E aqui está uma das minhas pontuações, 16/26... enfim...

Gostava de ter criado o desejo de um dia experimentarem este desporto…

Vamos ver…

Junto um link da SIC de 4ª feira passada, que fala deste desporto (3:52):
http://www.facebook.com/#!/photo.php?v=10151240712726863&set=vb.216608521786250&type=2&theater
 
Um abraço
Manuela Cruz


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Festa da Páscoa em Constância, em tons alaranjados




Este Ano e depois do fantástico sucesso de 2012 e de uma animada estreia em 2011, voltámos a juntar os 4 amigos R4F, neste momento autodenominados “Os Constantinos”,  e decidimos repetir a ideia base de 2012, que tão bem decorreu.

Vamos uma vez mais, festejar a Páscoa em “família R4F”, partilhar entre amigos, aquilo que de melhor temos…o nosso afamado espírito.

2012 foi assim:



Após bênção e concordância dos nossos fundadores, cá vai a nossa sugestão.

Corram, remem, comam, bebam e acima de tudo, divirtam-se em família e em partilha R4F.

Organização a cabo de:
Franco Wudich, Gerardo Atienza, Nuno Marques e Nuno Tempera.
Temos que agradecer a todos os outros companheiros que ao se aperceberem do que estava a acontecer, se ofereceram de imediato para ajudar, e foram muitos(as), que obviamente terão oportunidade de nos apoiar, principalmente na equipa dos grelhados :-) .


Agenda para dia 30 de Março de 2013, Sábado de Aleluia:

Ponto de encontro - Parque de estacionamento junto ao Rio em Constância.
Hora – 9:00/9:30

- Corrida (opcional)
Participação no grande prémio da Páscoa.
A inscrição deverá ser efectuada por cada um, via xistarca.
As inscrições ainda não estão “abertas” e em 2011 esgotaram rapidamente.
Apesar de ainda não estarem abertas, podemos informar que o custo das mesmas será de 4€ para a prova dos 10Km e 2€ para a caminhada de 5Km.
Assim que “abram” as inscrições, informaremos (se alguém entretanto detectar, avise pf).

- Canoagem (opcional)
Saída de Constância após a finalização da prova rio acima até à zona de saída dos barcos (penso estarmos a falar de 10 a 15Km…não mais).
Iremos na carrinha de transporte das canoas que poderá dar algum apoio logístico.
Atenção que não haverá qualquer tipo de apoio adicional (ou seja auto-suficiência na descida do rio para cada um).

Descida do rio em canoa de volta a Constância (12:00 até às 14:00) :
São canoas de dois ou três lugares e o equipamento é composto por, capacete, pagaia e colete.
Acompanhamento técnico.
Custo 11,5€s por pessoa (ou 10€ se a idade for entre os 8 e os 12 anos)

Por confirmar…local em constância para banhos e muda de roupa (poderá não ser possível... estamos a analisar alternativas).

- Alimentação
O Local será no Casal do Sicário, Riachos (a partir das 14:30/15:00) O Casal do Sicário, é um espaço para casamentos, baptizados e festas e obviamente estará totalmente disponível em local totalmente exclusivo para o grupo, com estacionamento no interior do espaço.
Em caso de dia de sol a comida poderá inclusivamente ser efectuada no jardim.
O espaço comporta entre 100 a 120 pessoas, tem um salão de apoio antigo com lareira e está muito bem conseguido.
Por forma de controlo de custos, a ideia é fazer um grande piquenique.
Teremos localmente, pão, ingredientes para fazer a salada e carne para grelhar, frango, porco, vaca, enchidos… (existe grelhador no local).
Haverá seguramente quem se disponibilize para arranjar a salada da mesma forma que o nosso companheiro Franco será o responsável da equipa dos grelhados (à qual aguardamos que se juntem voluntários).

Será da responsabilidade de cada um, levar um contributo.
Damos as seguintes opções:
- Sobremesa;
- Bebida (Cerveja ou refrigerantes);
- Batatas fritas de pacote.

Os custos serão divididos pelos adultos inscritos em função do que gastarmos e irão incluir :
- Comidas (as carnes para grelhar), entre os 4 organizadores, trataremos das compras em função obviamente dos inscritos;
- A limpeza do espaço bem como a presença de uma pessoa para dar o devido apoio.

A inscrição para o evento principal (presença e comida), deverá ser efectuada por email.

Vamos centralizar as inscrições com o Gerardo : gerardoatienza@hotmail.com.
Devem informar quantos vão correr, quantos são para as canoas e quantos são para o almoço (em caso de crianças, fazer referencia à idade pf).

Como forma de gerir os gastos que se vão efectuar, vamos pedir que cada adulto faça um pré-pagamento de 5€.
Este valor será deduzido no final da festa às contas que se tiverem que fazer.

Agradecemos que com o envio do email de inscrição, enviem igualmente, uma copia do comprovativo da transferência.
NIB 0046 0001 00600047134 05

Alguns amigos pediram uma estimativa de valor pp para a parte da festa…em 2011 se a memória não me falha, o valor final ficou em menos de 10€ por adulto (se alguém se recorda do valor exacto, agradecemos que partilhe).
É muito importante termos o mais cedo possível, o número exacto dos participantes.
O ideal é ficar toda a gente de “barriga cheia” e ao mesmo tempo, não termos sobras de comida J.

Condicionantes importantes:
- Constância fica a cerca de 140Km de Lisboa…sempre auto-estrada. Em velocidade normal deveremos pensar em 1:20 a 1:30 de viagem com saída de Lisboa;
- Fazendo contas rápidas e como a crise chega a todos, de viagem por carro podemos contar com cerca de 10€s de portagens e 10litros de combustível para cada lado. Os que quiserem ir mas que não preencham uma viatura poder-se-ão juntar e assim amenizar os custos de transporte;
- É importante que se inscrevam o mais cedo que puderem de forma a podermos ir gerindo o tema;
- É igualmente importante, que não atrasem a inscrição no “Grande prémio da Páscoa”, pois em 2011 as inscrições esgotaram;
- Apesar do pagamento ser efectuado no local e após “o passeio”, necessitamos de ter de uma forma muito aproximada, o número de participantes para a parte da canoagem.
Necessitamos de um número mínimo de inscrições, mas para que a gestão seja correcta, teremos igualmente que dar um número de participantes perto do exacto;
- Vamos manter o evento entre os elementos dos Run 4 Fun (e respectivas famílias ou amigos muito próximos que desejem convidar), apenas para não correr o risco de termos um numero de participantes demasiado elevado.

Periodicamente, iremos disponibilizando a lista dos inscritos, se por algum motivo se inscreveram e não foram “contabilizados” alertem-nos por favor.
Para que tudo corra bem, é muito importante sabermos o número exacto de participantes.  
Na lista estará um campo com o que cada um aportará (o Gerardo fará a gestão desse tema por forma a garantir que haverá de tudo um pouco).

Runabraços,
"Os Constantinos"
Franco
Gerardo
Nuno
Nuno