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Treino do Fado 2022

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No passado dia 21 de junho, decorreu a VI Edição do Treino do Fado, assim como a IV Edição da Caminhada do Fado. Como é habitual, enchemos as ruas de Lisboa com os nossos tons laranja, terminando com uns fadinhos à maneira. Às dezanove horas, ponto de encontro na Rua Viriato, 25, onde se encontram as instalações da Rádio Amália. Enquanto nos agrupavamos, o Vítor Aguilar e o João Ralha concediam uma entrevista à Rádio Amália Entrevista essa que podem ouvir aqui: Terminada a entrevista, toca a mexer! Enquanto a corrida passou pela Casa Fernando Maurício e pelas ruas da Mouraria... ...a caminhada rumou à Casa-Museu Amália Rodrigues Pelo meio ainda deu para o Vasco Rebelo afinal a voz e clamar pelo triste fado dos pastéis de bacalhau (ou da falta deles...) O Vítor Aguilar, além de principal impulsionador da iniciativa, agradeceu a presença e contributo de todos, dando o exemplo. Além dos já mencionados, o treino só foi possível graças ao apoio da Ana Tavares (em representação da direção),

"Quase Semi Novo" Membro - Débora Almeida

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Ora bem, retomemos a inícios de Março de 2022 onde a minha nabiça era boa o suficiente para eu não saber fazer um post no blog! Mas antes tarde do que nunca e, fazendo os devidos registos para a posteridade aqui, deixo-vos a apresentação da Débora. Entretanto acho que praticamente todos já a conhecem pois a miúda não pára de marcar presença em eventos R4F! Laranjinhas, apresento-vos a Débora Almeida!! A correr pelas ruas de Almada com alguma regularidade desde 2018 por desafio e gosto da sensação de superação, a DJ Almeida (não confundir com disc jockey), começou a ser uma presença assídua no Treino da Paz de quinta-feira e o seu respetivo recovery. Teve também a oportunidade de participar recentemente no Monsanting Backyard Ultra de onde começou a desenvolver o bichinho do “nunca mais é quinta para poder fazer o treininho semanal e correr feliz, mesmo com dores aqui ou ali…” . Já deu para perceber que está no clube certo, não?     Quanto às suas provas, participou recentemente na sua

Diário de viagem Santiago, Muxia e Finisterra

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  Esta descrição tem como finalidades:  1) dar a conhecer um dos caminhos de Santiago, o único que não termina em Santiago, e  2) de algum modo entusiasmar o leitor para experimentar fazer um dos “caminhos”. Existem muitos que começam em diferentes partes da Europa e mesmo alguns, fora da Europa. Neste caso a ideia foi de um grupo de mulheres no qual se integra a minha mulher, a Luisinha e algumas amigas do ginásio, que todas frequentam. Inicialmente o grupo seria constituído por seis pessoas, cinco mulheres e eu. Infelizmente uma das pessoas apanhou covid, o que teve um aspeto positivo:   em vez de irmos para, e regressarmos de Santiago em transportes públicos com a respetiva limitação de horários e de percursos, fomos todos num carrinha de 5 lugares que nos permitiu total liberdade de horário   e de percursos a par do menor custo para cada uma das pessoas e da redução substancial do tempo de viagem. Não colocarei desta vez, fotografias, para além daquela em que estão as minhas co

MONSANTING BACKYARD ULTRA II

Não, não venho aqui falar do TPG 100milhas que fiz a semana passada mas sim do treino de hoje organizado e muito bem pelo Paulo Raposo e mais ajudantes. Esta semana decidi parar embora as pernas estivessem bem o corpo estava cansado 100milhas não tem nada a ver com 100km mas tinha decidido vir ao treino e fazer uma ou duas voltas  e ver como o corpo reagia e depois ficava a dar apoio/motivação para os outros que continuassem. Na quarta volta já as pernas diziam para parar mas como é que posso parar se estou com um grupo maravilhoso que nos incentivamos uns aos outros que ninguém fica para traz . Confesso que gosto muito de assistir de perto ás conquistas dos meus colegas e hoje foi a vez da Débora brilhar (desculpem me os outros) ela deixou se levar pela loucura e esteve tão bem sempre acompanhada pelo Alexandre na última volta ainda a ouvi gritar pelo Alexandre que vinha um pouco mais atras e pensei esta miúda tem garra. Porque estou eu com este bla bla todo? Porque cheguei a casa com

O caminho para a Meia Maratona do Douro Vinhateiro: a primeira distância a sério (com ajuda!)

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  Corria a primeira metade de 2021 e longe estava eu de pensar que um ano depois estaria a finalizar uma prova de corrida de 21km. Eu, que o máximo que já tinha corrido seguido na vida tinham sido 12km há uns 8 anos atrás, “em forma” e com 25 anos, mas a muito custo. “Isso é só para malucos”, “Não tenho joelhos para isso”, “Sou muito pesado e já tou velho”, algumas das desculpas clássicas que eram também as minhas para não me desafiar a correr mais e melhor. Como tudo na vida, basta-nos um empurrãozinho para começarmos a pensar que o que parecia impossível, afinal até vai ser fácil. No meu caso, foram vários os empurrões que me deram em 2021 para tornar estes 21km possíveis e totalmente atingíveis. Até vou dizer fáceis, porque não? O que é que são 21km comparados com os empurrões da vida, quer seja na forma de doenças graves (mas superadas!) ou perdas de jovens amigos de longa data, que só voltaremos a ver e sentir na nossa mente? Já o sabia que não eram nada, mas tinha de os correr

A minha meia de primeira vez.

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A minha meia de primeira vez.  Ainda nem há meia dúzia de meses que estou nisto das corridas e acabei de fazer a minha primeira meia-maratona. Mas por que raio me deu para isto? Pelo bichinho do desafio e de palmilhar quilómetros no asfalto? Para fazer um check naquela distância? Para ver se realmente era “A mais bela corrida do mundo”?...pura loucura minha, é certo! Dormi mal a noite anterior, ora tinha calor, ora tinha um friozinho esquisito na barriga... E se eu não for capaz? E se estiver muito calor? E se eu não conseguir e deixar ficar mal quem vai comigo? E se...? E o se passou-se e o dia chegou. Avizinhou-se fresco mas com a azafama de equipar, comer, sair para chegar ao ponto de partida, dei por mim e já estava no meio de uma imensidão de gente para onde a maioria era “só mais uma corrida” a levar com o sol quente em cima, o fresco da manhã já tinha ido. Não tinha como voltar atrás agora... afinal vim aqui para tentar! Se não der para correr, vai a andar mesmo! Não liguei a te

24 HORAS A CORRER MEM MARTINS

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  24 Horas a Correr Mem Martins… Um percurso de 1,66 km, circular, com alcatrão, passadiço de madeira irregular e tojo e canas cortadas. Um mês e meio depois continuo a tentar perceber porque me inscrevi e o que senti. Primeiro…estranha-se. Depois entranha-se...de uma forma…não sei bem qual. Ainda não sei. As edições anteriores eram gabadas pelo Teodoro Trindade e Jorge Esteves: boa comida, boa organização, bom espírito. Seria correr, comer, conversar, ir dormir a casa, voltar, correr, comer e conversar. Como tenho o objectivo pessoal de terminar provas com mais de 42 km, decidi inscrever-me, sem pensar muito e ponderando as vantagens: estava a 20 km de casa, faria 30 km no dia 9/04 ia dormir a casa, e regressava na manhã seguinte para fazer mais 15 km aproveitando a companhia do meu pai, nos últimos 5 km. Seria uma prova de 45 km, sem custos de deslocação, refeições ou dormida. E sem grande cansaço. Iria ter a companhia do Teodoro, nas 24 Horas, e do Francisco e Lara Macha