Trail de Conímbriga Terras de Sicó - Histórico de Crónicas RUN 4 FUN








"History is who we are and why we are the way we are."

 - David McCullough



"History will be kind to me for I intend to write it."

 - Winston Churchill




Passada uma década desde a primeira edição do Trail de Conímbriga Terras de Sicó, impõe-se fazer uma retrospetiva da participação do RUN 4 FUN nesta prova emblemática do Trail Nacional.

O acervo do Blog RUN 4 FUN está repleto de pérolas que vale a pena relembrar. Aliás, julgo ser importante insuflar vida nos relatos passados, com alguma frequência, porque a história partilhada das tribos é uma fonte de coesão fundamental. Nesse sentido decidi lançar mãos à tarefa de desenterrar as preciosidades que lá se encontram e tentar fazer um pequeno resumo de 8 crónicas reportando 4 participações, escolhendo trechos de cada uma das crónicas. A responsabilidade da escolha é apenas minha, e com certeza que poderia ter feito outras opções. Caso falte referir alguma crónica por favor corrijam-me. E se quiserem ler as crónicas completas, é só seguirem o link de cad uma.




2012



Conímbriga “Terras de Sicó” – Lessons Learned do Trail
Por Zé Carlos Melo - fevereiro 27, 2012

https://run4f.blogspot.com/2012/02/conimbriga-terras-de-sico-lessons.html




Não tenho jeito para trails.

Admiro muito a forma ligeira como um “trailer” se desloca pelo terreno de forma que dá a sensação que nada lhe mete medo. Nem me estou a referir tanto á sua grande velocidade e capacidade atlética que também possuem. Tem mais que ver com a coragem de enfrentar o perigo que vem maioritariamente da imprevisibilidade do chão, de lado ou em cima em troncos, silvas, arbustos, pedras,… em subidas e descidas que metem muito medo (algumas na vertical) …

Não me dou muito bem a colocar o pé em pisos acidentados, em que o pé fica torto, em pedras e troncos sem certeza de estabilidade, em pedras soltas que não fixam o pé. Na maior parte dos terrenos mais difíceis que encontro em trails tenho muito cuidado a “meter o pé”. Eu diria mesmo que a cada passada que dou em terreno acidentado, tenho medo que me aconteça algo de que me venha a arrepender.
Pode ser que seja falta de treino, falta de técnica de progressão, necessitar de mais experiência de corrida em trilhos. Provavelmente necessitaria praticar exercícios que forneçam características que eu necessite de melhorar para colocar melhor o pé, a passada, ter maior flexibilidade, dominar pisos instáveis, conhecer técnicas em terrenos mais difíceis.

Apesar de não ter jeito para isto, gosto muito de correr em trilhos.

(...)

Os Parabéns também para os Grandes Atletas Run 4 Fun que se estrearam no Trail e no Mini Trail. Espero que gostem das provas na natureza com estas caraterísticas onde se disfrutam de paisagens e ambientes fora do comum e de alguns momentos excecionais que perduram na memória.






Sicó. Afinal isto tem mais de "tropa" que eu pensava!
Por Jorge Cancela - fevereiro 27, 2012


https://run4f.blogspot.com/2012/02/sico-afinal-isto-tem-mais-de-tropa-que.html


Fui ao jantar de Natal do R4F. Apresentações brilhantes. Uma em particular deixa-me curioso. O Teodoro e o Jorge dizem: se quiserem experimentar os trails, comecem por um fácil, "como o de Sicó"!

Inscrição feita. Boleias combinadas, tudo impecável, grande companheirismo no carro (Paulo Jorge, Nuno Tempera, César e Miguel Serradas), tudo organizado á chegada, Zé Carlos (esse Deus na Terra) com os sacos e os dorsais. Alinhar à partida com a Luísa e o João Ralha, a Anne e a Claire, o Paulo Jorge e o César.

(...)


Os locais magníficos para um paisagista com eu passear sucediam-se: galerias rípicolas (vegetação de linha de água), matos calcários, encostas sombrias e ensolaradas com vegetação diferente, antigos campos agrícolas abandonados, outros lindos ainda cultivados, socalcos e acessos, grutas e escarpas, a serra de Sicó bem merece esta visita!

(...)

Foi muito diferente do que eu imaginava; pensava que trails eram provas de corrida no mato, tipo treinos em Monsanto! Chiça, são muito mais "à tropa" (até no "espírito de corpo"). Penso se não terei sido muito ingenuo em inscrever-me nas 3 provas "recomendadas" pelo team Jorge/Teodoro: Sicó (ok, já está), Almourol e Geira... A ver vamos!!!





2014



O meu primeiro Ultra trail
Por Rui Faria - março 03, 2014







O enquadramento para ter feito esta aventura:

Apesar de estar com a cabeça (e com a inscrição) na maratona de Sevilha, quando fiquei a saber que Sico era no mesmo dia hesitei em trocar Sevilha por Sicó.

Sicó tinha sido o meu primeiro trail e primeira prova como Run4Fun. Duas razoes fortes para me deixar indeciso.

(...)

A prova: Cheguei na noite anterior a Condeixa. Jantar, vinho e gin. Dormi bem. Acordei cedo. Não sentia efeito do ultimo treino nas pernas, mas resolvi vestir aquelas meias de compressão quase ate ao joelho.

Encontro dos laranjinhas junto da partida. Tudo pronto. Não e normal estar nervoso, mas estava um pouco. Sentia uma certa duvida se conseguia fazer a prova ate ao fim.
O Teodoro, excelente como sempre, calmamente sugeriu uma estratégia. E tranquilizante ouvir quem sabe. Pensei.. Acompanho quem sabe disto e vai correr bem. Lembrava também da confiança do do Rui Ralha. "Tu consegues..."

Sentia me bem por estar com a companhia dos R4F abituados aos Ultras.

A parte da corrida foi... Correr... e .. Correr. A parte mais difícil foi dar conta que as meias de compressão nao prestam. Estavam a massacrar me os gémeos, e resolvi baixa-las ate aos tornozelos e foram os últimos kms da prova.

O fun... : Inicio com fotos e conversa. Entretanto, estava a começar uma conversa interessante com o Teodoro acerca dos momentos de interiorização nas provas, quando ele foi abordado por um cumprimento e dois dedos de conversa. (Fica aqui prometido o seguimento da conversa Teodoro). Foi ai que comecei a trilhar sozinho. Uma, duas, três subidas a correr e comecei a perceber que estava bem e confiante. Depois de baixar as meias ainda melhorou.

(...)

Resumindo: no final a sensação boa de saber que fiz uma ultra. Por estar sempre a correr não tirei o mesmo prazer que em trilhos anteriores. Foi menos difícil que a primeira maratona.

Fica a dica para quem quiser iniciar: se pensares em tempos treina subidas e descidas. Se vais só para acabar treina subidas e descidas e bebe uns copos.






2018



Ultra Trail de Sicó 2018 (1ª Parte de 4)
Por Rui Faria - fevereiro 27, 2018






Este ano a organização fez mudanças significativas na prova de 52km em relação aos anos anteriores.

A ideia foi muito simples. Os atletas dos 52km vão fazer um percurso que coincide com os últimos 52km da prova dos 111km.
Para a organização tem algumas vantagens. Desde logo a marcação do percurso é só uma… os abastecimentos são os mesmos (evita duplicar o pessoal de apoio, duplicar abastecimentos, gerir melhor as quantidades de comida… etc..), o pessoal apoio também só tem que se concentrar com um percurso (bombeiros, médicos, policia… etc..).


(...)

Estávamos inscritos para esta prova, a Sandra Simões, o Teodoro Trindade, o malandro do Jorge Esteves e eu claro.
Na semana anterior, a Sandra Simões também esteve com gripe. Na 5ª feira estava mal, mas na 6ªfeira melhorou um pouco.

(...)

Para mim a prova já tinha deixado de ser 52km. Agora a minha prova seria acompanhar a Sandra Simões.
Acompanhar a Sandra Simões tinha o seu quê de desafio.

Primeiro, porque eu sabia que iria ser uma prova muito dura para ela e eu não podia interferir muito. Uma semana com gripe e sem comer nada de jeito, bota abaixo muitas energias. E quem está de fora não sabe avaliar nos outros o impacto dessa quebra.
O desafio seria conseguir não interferir no ritmo dela nem exagerar na motivação que lhe pudesse transmitir. Eu não gosto de pressionar ninguém para se superar acima de limites aceitáveis. Acho que cada um consegue mais ou menos controlar isso. É preferível que seja a própria a pessoa sentir isso.
Então havia aqui uma linha limite entre conseguir e não conseguir. Ela pode confirmar que em nenhum momento, durante 10 horas, eu disse “vamos correr agora” ou “vamos embora do abastecimento” ou “aguenta mais um bocado”.

Ao longo da prova ia traçando alguns objetivos como limite. Achei que o primeiro seria ela conseguir chegar a meio da prova. Ao Km 25.
A estratégia era antecipar sempre o que ia acontecer mais frente e ir falando com ela…. “Agora é sempre a descer e depois uns kms a direito…”, “a seguir vamos ter que subir um monte parecido com aquele que fizemos no início…”, “vamos ter um abastecimento a seguir…”

Completamos os 25km e a parte com mais altimetria da prova estava feita. Ufaaa!!
Nos abastecimentos eu via que ela comia pouco, mas esforçava-se. “Não a vou obrigar a comer. Vamos com calma.”

Eu comia que nem um alarve. Acho que nunca comi tanto em uma prova. E deixem que vos diga que os abastecimentos estavam fartos. Muita comida mesmo. Acho que em quase todos os abastecimentos havia sopa. Nos outros havia frango, leitão assado, esparguete com carne, cerveja…

(...)

A partir daí o que lhe faltava em força tinha em motivação. Na última subida digna desse nome, estava difícil eu acompanhar a passada dela. Mas não abri a boca. Segui atrás dela. Passamos toda a gente naquela subida. Eu pensava para mim… “estes devem estar a achar que estamos armados em parvos a subir a esta velocidade”.

Chegamos ao cimo dessa subida e… para mim a prova estava feita. Faltavam uns 7kms para terminar, mas já não havia nenhuma subida. Segundo o mapa seria um percurso a direito.
Foi ai que me senti relaxar e senti que tinha conseguido fazer a minha prova.

E a minha prova afinal não tinha 52kms. Não era medida em metros. Oh!!






Ultra Trail de Sicó 2018 (2ª Parte de 4)
Por Sandra Simões - fevereiro 28, 2018




“És tu e o Trilho” é a frase do AxTrail. Adoro-a. Repetindo, hoje, a analogia trilho/vida, assumo que o meu lema, na vida e no trabalho, assenta na convicção de que temos que escolher o nosso trilho e determinar a melhor forma de o seguir, assumindo as responsabilidades pelas escolhas, sozinhos, enquanto pessoas adultas e racionais. Por vezes, temos a companhia da família e dos amigos, ou porque se vão cruzando no mesmo trilho, ou porque optam por um paralelo, seguindo lado a lado, ou porque coincidem em determinados troços, com termo no mesmo local. Quando ocorrem essas situações o apoio e o companheirismo são determinantes: aliviam a carga e tornam o caminho mais verde, o sol mais brilhante ou a chuva mais suportável…ou apetecível.

No Trilho de Sicó o Rui assumiu o apoio integral: com total sacrifício da sua capacidade física em prol da minha finalização da prova. O que trouxe uma nova perspectiva da forma de percorrer o trilho/vida: a presença do nosso companheiro de trilho/vida, mas uma presença atenta, analítica, antecipatória das necessidades, com o conhecimento da personalidade da bicha feroz (eu), sem pressões e sem superficialidades (na saúde e na gripe). Mantenho o princípio de que o trilho deve ser percorrido de acordo com as nossas capacidades pessoais, sem interferir nas melhores aptidões do outro, permitindo que este se realize plenamente: dá-me imenso prazer pensar inúmeras vezes, em todas as provas, que o Rui lá vai, bem mais à frente, focado, determinado a desbravar o trilho (o dele), nos seus micro-calções azuis (e que belo par de pernas!!!). Apoiar sem limitar. Porque sei que o trilho a percorrer é o mesmo e que a meta é comum (e tem garantia de beijoca). Mas descobri que nas excepcionais situações de fragilidade o trilho só se finaliza com apoio. Sicó só teria meta comum se houvesse percurso paralelo, no espaço e no tempo (obrigada por teres entrado nos meus trilhos).
E também estes pensamentos se aplicam ao Teodoro e ao Jorge. Em todas as provas penso nos nossos companheiros: onde estarão, como estarão, como se sentirão. Porque, nos trilhos somos partes específicas de uma família/grupo/colectividade determinada, cujos caminhos se tocam, por vezes durante toda a prova, outras vezes durante alguns troços. E conversa-se, brinca-se, analisa-se a vida e as pessoas, enquanto subimos um desgraçado de um monte infinito ou quando nos sentamos a comer uma sandes de presunto ou a tirar as pedras dos ténis. E lá estavam eles na meta. À espera. De sorriso rasgado e de braços abertos. Com jolas e foto finisher: quatro seres humanos, orgulhosos de mais um capítulo finalizado. E a Margarida-staff incansável e brincalhão. E orgulhosos estavam, também, aqueles que ao longe nos apoiam, que se preocupam e que têm, sempre, uma palavra amiga de apoio.

Sicó foi, assim: ”És Tu, e Eu, e os Amigos, e os Nossos Laranjas e o Trilho” - 2ª parte de 4.
Continua...




Ultra Trail de Sicó 2018 (3ª Parte de 4)
Por Teodoro Trindade - março 01, 2018


(antes da partida, prontinhos para "bombar")


Há provas que só são boas na dose certa. Sicó é sem dúvida uma delas. A menos sabe a pouco, a mais quebra-nos até aos ossos. É portanto uma questão de dose que nos leva a “amar” ou “odiar” a dita.

Mas como podemos calibrar o nosso dosímetro? Geralmente não conseguimos. Somos maus juízes em causa própria. Temos dois pesos e duas medidas. Um externo, onde gostariamos de nos posicionar, e um interno que nos leva muitas vezes a duvidar das nossas reais capacidades. É isto que me atormenta quando tenho de escolher, Sicó não foi excepção.
Confesso-vos que de início, aquando da inscrição, fiquei com pena de ter optado pela mini-ultra (52 km) mas já tinha agendado as Milhas Romanas de Mérida no início de Abril. Duas “big ones” em pouco mais de um mês dá que fazer e eu já não vou para novo.

(...)

O sucesso destas aventuras não está somente dependente da prova em sí, há outros factores tão ou mais importantes. A companhia, o jantar da véspera (desta vez foi no “Sereia do Mondego”, em Coimbra), a boa disposição, a camaradagem, etc. têm um efeito de descompressão que ajuda a relativizar as nossas inseguranças. Neste campo, a Sandra, o Rui, o Jorge e também a Guida, são imbatíveis. Portanto, o sucesso estava assegurado.

Da prova pouco vos vou dizer, têm de experimentar para obter detalhes. Os trilhos são um espectáculo, mesmo ao meu gosto, embora tenham algumas zonas com demasiada pedra (não gosto disso). O tempo esteve optimo, fresco de manhã e quentinho ao longo do dia, perfeito. Os abastecimentos são do melhor que há. Quer na diversidade de produtos quer na simpatia e genuino apoio que fomos alvo. Por isto, ao tempo total de prova é preciso descontar uma boa meia hora, que é o que gastamos a mais nos abastecimentos do estritamente necessário. O Mundo da Corrida e em particular os organizadores e voluntários da prova estão de parabéns. Obrigado pelo vosso esforço



(na chegada, todos inteirinhos. Foto de Orlando Duarte)






2020


XI Trail de Conimbriga Terras de Sicó - 4ª participação
Por João Ralha - março 02, 2020



Foi a minha quarta participação nestes trilhos, a 1ª em 2011 com 30 km , a 2ª em 2012, com 38 km, a 3ª em 2013 com 23,2 km. E agora o Trail Longo que eram suposto ser 25 km mas acabaram por ser 26 km.

Na primeira prova em 2011 éramos 7 participantes: A Luisinha, eu, Jorge Esteves, José Carlos Melo, Luís Matos Ferreira, Manuel Romano e Teodoro Trindade.


Os "bravos" participantes na prova de 2011



Já não me lembro bem desta prova, mas a Luisinha ficou em 2º lugar no escalão.


Já era hábito ganhar pódio no escalão. Neste caso o 2º lugar

A prova de ontem foi a mais difícil de todas, tanto quanto me lembro. Tal como da primeira vez, éramos sete, mas apenas no Trail Longo. Tinha chovido durante a noite e no dia anterior tinham-se realizado a Ultra de 57 km e a Ultra Endurance de 110 km, pelo que o terreno estava bastante enlameado e já pisado pelos primeiros atletas.

Selfie tipo Monsanting
Depois da selfie tipo Monsanting tirada pelo Rúben, lá fomos para o terreno. A primeira parte estava razoável e lá fui correndo e metendo conversa com algumas pessoas, explicando as vantagens da utilização dos bastões que agora não dispenso.

(...)

O Orlando foi-me dando algumas dicas de corrida e esperava por mim quando havia uma parte mais corrível, em que eu ficava para trás. Na subida muito difícil antes da descida para o Poço eu ia à frente e, de repente, escorreguei e fui de bruços por alí abaixo. Mais teria ido se o Orlando não me tivesse parado com os pés, dado ter apanhado um ponto de fixação. Ajudou-me a ultrapassar a dificuldade e lá continuamos até ao último abastecimento no Poço, onde se juntou a nós o Jaime Trabucho, um militar da Marinha, de Almada, que esteve recentemente um ano em Timor.

O Orlando sabendo que eu agora ficaria acompanhado, meteu o passo dele e foi embora. Disse-me, no final, que teria ficado comigo se eu não tivesse companhia. Um verdadeiro companheiro a quem eu fiquei muito agradecido pela solidariedade.

(...)

No final fomos beber uma cerveja preta e comemorar o facto de termos chegado inteiros, com muita lama e algumas arranhadelas.


Com o amigo Jaime Trabucho, companheiro na "cascata"
Ainda deu para vermos a Luisinha subir ao pódio para receber o troféu de 1ª classificada no escalão. Nenhuma outra atleta teve coragem para a enfrentar.....ehehehhehhhh. Passados 9 anos continua em forma.
Primeira classificada no escalão. Única sexagenária a competir.
 A seguir ao banho retemperador, em que tirei muita lama, um excelente almoço pelas quatro da tarde, um cabrito assado, maravilhoso. Que bela forma de acabar a aventura nos Trilhos de Conimbriga Sicó










XI Trail de Conímbriga Terras de Sicó
Por Luís Matos Ferreira - março 01, 2020



Este fim de semana, de 29/01 e 01/03, teve lugar a XIª edição do clássico Trail de Conímbriga Terras de Sicó.




O RUN 4 FUN teve uma vasta representação, com 22 atletas nas 3 distâncias principais do evento:


111 Km (6 atletas)
Carmen Ferreira, Gonçalo Fontes de Melo, Teodoro Trindade, Rui Faria, Sandra Simões, Jorge Esteves



Porque será que não largam estas cadeiras?...

57 Km (8 atletas)

Nuno Dias de Almeida, Paulo Raposo, Maria Saldanha De Azevedo, Rute Pais, Lafonso Carvalho, Luis Matos Ferreira, Ana Clara Melo, Orlando Ferreira







25 Km (8 atletas)

João Barreira, Guida Monteiro, Raúl Jorge Matos, Luísa Ralha, João Ralha, Ruben António Costa, Rute Fernandes Pedro Ribeiro






O RUN 4 FUN teve 100% de taxa de sucesso. Chegámos todos à meta.

Os destemidos dos 111K, que partiram de Condeixa-a-Nova à meia-noite de sexta-feira, apanharam em cheio com a depressão Jorge, durante a parte noturna do percurso, mas não se deixaram ir abaixo, que a sua natural alegria suplanta qualquer anti-depressivo, e nada os demoveu de atingirem o objetivo.

Os bravos dos 57K, tiveram uma sorte fantástica, porque apenas tiveram que suportar uma chuva miudinha nos primeiros 30 minutos de prova. Depois foi apenas gozar do tempo excelente para a prática da modalidade.

Já os valentes dos 25K apanharam com um dia inclemente de chuvoso, mas atravessaram-no com a garra característica do RUN 4 FUN.













Comentários

João Ralha disse…
Fantástico medley. Realmente temos uma enorme riqueza no nosso blogue. Haja alguém como tu, Luís, que seja capaz de às explorar. Muito obrigado.