domingo, 28 de agosto de 2011

Trilhos de Monsanto, Lisboa



Início da temporada 2011/12, esta manhã, nos 10º Trilhos de Monsanto, bela prova em percurso misto pelo Parque Florestal de Monsanto, a grande maioria na floresta, apesar de se realizar no interior da cidade de Lisboa.

Prova integrada no Circuito Nacional de Montanha 2011. Bem composta com mais de 400 participantes, entre os quais 9 corredores RUN 4 FUN. Apesar de muita gente ainda estar de férias.
Era vê-los a subir, descer, subir, descer, ... por Monsanto.

Por percurso misto, maioritáriamente em caminhos, efectua dois percursos por trilhos, incluíndo um estreito "single track", este ano com uma árvore derrubada. O início e o fim é feito em estrada, percorrendo ainda o caminho superior pedonal sobre as vias rápidas e linhas de comboio.
Uma prova muito agradável que se efectua no interior de Lisboa.

Na recta final, o Jorge Paulo e eu ao "sprint", a puxarmos um pelo outro. Já lá estavam o Miguel Sampayo, R4F que acabou primeiro, seguido do Teodoro Trindade.
Também chegaram o José Magalhães, o Jorge Esteves e a família Ralha.
É vê-los sorridentes antes da partida (esta foto sem o Jorge Paulo).

O casal Ralha que proximamente vai fazer o "Caminho de Santiago" português, percurso de longa distância, vão necessitar de muitos hidratos de carbono e de muita vontade para efectuar esse percurso, no final aguardamos o vosso testemunho. Desejo-vos umas boas jornadas!

Mais Fotos > Aqui.
RunAbraços.

sábado, 27 de agosto de 2011

1ª edição da Corrida Sporting

Já fazia falta. Com tantos campeões nesta área e não ter uma prova de atletismo aberta à sociedade.

A prova é a 16 de Outubro. As inscrições a preço reduzido terminam a 30 de Setembro (Sócios têm desconto).

O percurso começa junto ao estádio e termina no interior.

Runabraços


José Magalhães

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

4ª CORRIDA DOS MOINHOS DE PENACOVA

Aproveitando a "onda" dos trails nocturnos e diurnos, fiz a inscrição nesta prova. É já no próximo dia 4 de Setembro (mesmo dia da corrida do avante). São cerca de 13 km.
Tem também uma caminhada de cerca de 6 km.
As inscrições terminam a 31 de Agosto
Runabraço




José Magalhães

Corrida do Avante


É já no próximo dia 4 de Setembro. As inscrições são gratuitas. Basta enviar um e-mail para este contacto com os vossos dados (não esquecer do clube "Run 4 Fun") e esperar resposta.
Mais detalhes no folheto da prova.

Apesar da prova ser organizada pelo PCP, as camisolas laranja continuam a ser bem vindas :)

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Novo Código de Conduta

Na sequência do crescimento imparável do nosso grupo de atletas, pensamos que é chegada a altura de desenvolvermos um conjunto de princípios orientadores da nossa conduta desportiva. Aquilo que designamos por um código de conduta.

Dez princípios muito simples, que se respeitados e vividos por todos os nossos membros, permitirão sermos um exemplo, pela ética e pelo desportivismo.

O novo código de conduta pode ser consultado no menu do nosso blogue ou por aqui.

Para um crescimento saudável.

Runabraços

Paulo Marcos/João Ralha

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Corrida do Aeroporto - 9 de Outubro, 10:00 horas


Esta é engraçada. Será a 9 de Outubro, um Domingo. Passaremos no "Parque das Conchas" e na pista "Moniz Pereira"

No sítio, após seleccionar "Inscrições", seleccionem "Inscrição colectiva" de modo a ficarem integrados na equipa. O nome da equipa é "Run 4 Fun" e podem colocar o meu nome, como "Responsável" mas insiram o vosso e-mail para receberem o código Multibanco e a confirmação da inscrição.

O mesmo procedimento, poderá ser adotado para as inscrições na corrida do Destak, a 18 de Setembro

Inscrições na corrida do Aeroporto aqui

Inscrições na corrida do Destak ali . Em repetição ao que o João Fialho já meteu no "shout".

Runabraços

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Novas dos corredores do R4F.....Cocco e Warburton

Esta semana gostaria de chamar a atenção para dois dos nossos corredores:

1) O Luís Cocco em grande destaque no suplemento Economia do jornal Expresso.

2) E o Daren com um novo portal que vem preencher uma necessidade de mercado...
http://infrajobshq.com/

Um portal dedicado a quem oferece e quem procura emprego nas áreas ligadas às infraestruturas físicas.

Iniciativa do Daren Warburton, empresário e amigo corredor!

Have fun!
Paulo Marcos

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

X Grande Prémio de Queluz


Uma corrida de apenas 10 Kms, gratuita com o apoio da C.M. Sintra, num circuito urbano com partida junto ao Palácio Nacional de Queluz.

Tudo se prepara para um dia de agradável e desportivo convívio.

Vamos?

Inscrições aqui.

Run 4 Fun, pelo prazer de correr

sábado, 20 de agosto de 2011

Trilhos de Monsanto - 28 Agosto


Que tal ..........?? Até parece difícil......... Mas tudo é relativo.

A descrição da organização:

PERCURSO - Distância de 11,750 metros (medição GPS), com partida às 9h45m na Rua Raul Carapinha, frente à sede da Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica e meta no mesmo local, depois de percorrerem um percurso que utiliza algumas das estradas de asfalto, terra e carreiros do Parque Florestal de Monsanto. Em paralelo realiza-se um passeio pedestre sem intuitos competitivos, com início às 9h30m, destinado aos denominados Caminheiros, na distância aproximada de 6 km, com partida e chegada no mesmo local dos Atletas.

Lá estaremos........eu e a Luísa, o Zé Carlos Melo e muitos mais.....

Runabraços

domingo, 14 de agosto de 2011

III Trail Noturno da Lagoa de Óbidos

Em pleno Verão uma noturna com três opções: 47 km, 25 km e Caminhada. O Renato Velez fez os 47 km, e o grupo da foto seguinte, na qual falta o bravo Zé Carlos Melo, fez os 25 km com exceção da Paula.,a mulher do Orlando Ferreira que fez a Caminhada, juntamente com uma amiga. O início foi às 21:00, era noite de Lua Cheia e supostamente teríamos iluminação natural. Assim não foi, o Céu estava cheio de nuvens, não chegámos a ver a Lua e choveu todo o tempo aquela chuvinha tipo "molha-tolos". E lá fomos para a corrida, num grupo de quatro que o Renato acelerou de imediato (ritmo de 5min./km) e o Zé Carlos Melo meteu um rito mais calmo e ficou um pouco para trás. O Orlando Ferreira, em grande forma (anda a treinar para a Maratona do Porto) , a puxar pelo grupo. Perto dos 10 km a Luísa ficou um pouco para trás, depois caiu (soubemos mais tarde), chamou por nós, mas ninguém a ouviu. Subimos uma arriba com a ajuda de raízes que pareciam lianas, até havia um sujeito a dar gritos, tipo Tarzan. E logo a seguir chegámos ao abastecimento dos 10 km, onde esperámos pela Luísa, que estava demorada. Lá chegou ela e contou-nos o que lhe aconteceu. Caiu num buraco, foi para a frente, mas ficou com o pé preso, o que lhe provocou um estiramento num dos músculos posteriores da coxa direita. Tentou seguir connosco mas não dava, voltou para trás para o posto de abastecimento e desistiu. Ela ia trabalhar hoje de manhã e não quis arriscar ficar pior. Lá seguimos os três, sempre com o Orlando a marcar o ritmo e a esperar diversas vezes por mim e pelo Zé Magalhães. Perto da lagoa juntou-se a nós um sujeito que nos perguntou, depois de reparar nas nossas camisolas, se conhecíamos o Nuno Marques (este homem é mesmo famoso...). Claro que sim, respondemos e ele disse-nos que era o Zé Rodrigues o revisor de contas de Torres Novas, que pedia para mandarmos um abraço para o Nuno. E seguiu connosco, que nestas noturnas mais vale ir acompanhado, que sozinho. O Zé Rodrigues, um caminheiro experimentado, está a iniciar-se nas corridas, tinha feito o carregamento do ficheiro do percurso para o seu Garmin e dizia-nos que aquilo era de tal forma que se ele saísse do caminho o Garmin começaria a apitar. Uma boa opção para este tipo de corridas. No meio da conversa disse-me que tinha subido este ano o Monte Perdido, a 2ª montanha mais alta dos Pirenéus. o que eu e a Luísa já tínhamos também feito em 2009 e que recomendo pela beleza e pelo desafio. E que vai fazer em breve o Tour do Mont Blanc, coisa que está na minha lista de desejos. Só para vos dizer que neste tipo de corridas, dá para ir na conversa, o ritmo não é, geralmente, muito elevado Entretanto, o Zé Magalhães ficou para trás e o Zé Rodrigues ia dando sinal que estava a ficar cansado. Perto dos 17 km, numa descida dei um pontapé numa raiz (ou numa pedra?) de tal modo, que até "vi estrelas". Consegui equilibrar-me e não caí, mas pensai logo que ia ficar com a unha do dedo grande do pé direito toda negra. Mas dava para continuar. E o Orlando, grande companheiro, sempre a marcar o ritmo e a esperar por nós. Um pouco mais tarde, o Zé Rodrigues ficou para trás, já não conseguia aguentar o ritmo. E aos 21 km fiquei eu para trás pois já não dava mais. Disse ao Orlando para seguir e agradeci-lhe toda a ajuda que nos tinha dado. É este o espírito Run 4 Fun aqui bem personificado pelo Orlando. E agora aos 21km, sozinho, lá fui correndo e andado nas subidas. Perto dos 22 km fui "apanhado" por um companheiro que tinha um frontal que mais parecia um farol e que numa descida abrandou, eu apanhei-o, metemos conversa e fomos juntos, já ambos muito cansados. Mesmo assim ainda passámos alguns companheiros que andavam, já não conseguiam correr. Chegados aos 24,3 km, falavam 700 metros, tínhamos 2:53 horas e eu pensava que dava para fazer menos de 3 horas. Erro, pois a subida para o Castelo de Óbidos é muito empinada e com o cansaço acumulado lá passaram as 3 horas. Julgo que foi 3:03. No final, estavam o Hilário que tinha chegado há um bom bocado, o Orlando e a Luísa que tinha vindo no "carro-vassoura". Pouco mais tarde, chegaram o Zé Carlos Melo e o Zé Magalhães. Mais tarde haveria de chegar o Renato Velez depois de completar a ultra dos 47 km. A organização foi muito boa, o percurso estava muito bem marcado e no final até tinham um sopinha de canja, com massa, que estava uma delícia. Dei os parabéns ao Jorge Serrazina, o organizador-mor que nos desafiou a voltar lá para o ano, mas para fazer a Ultra. Duvido, no que me diz respeito!!!! Entretanto chegou o Carlos Sá o 1º da Ultra que fez 47 km em cerca de 3:30, a um ritmo inferior a 4:30. Não esqueçam que o Carlos Sá foi recentemente o 8º classificado na Maratona das Areias, em Marrocos. Um grande atleta, muito simpático, que organiza a 23 de Outubro próximo, o Grande Trail Serra d´Arga. Não percam!! Aqui está a ligação. Não deu para tirar muitas fotos pois a bateria foi à vida logo no início. Aqui estão as possíveis com uma com o estado em que ficaram os ténis, pós corrida. Boas férias e bons treinos Runabraços

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A minha 1ª Maratona

Nesta altura de acalmia no trabalho, sobra algum tempo para reflexão. Lembrei-me de "falar" sobre a minha 1ª maratona. Também poderia falar sobre a minha 1ª corrida popular, feita em 1992 e que foi a S. Silvestre dos Olivais.

Nesta, houve um detalhe engraçado: antes da partida estava lá o grande campeão Carlos Lopes mais a sua mulher. Eu fui ter com ele, dei-lhe um abraço e dediquei-lhe a minha 1ª corrida. Ele foi muito simpático e desejou-me boa sorte.

Passados alguns anos, cerca de dezasseis, decidi fazer uma Maratona. Porquê? Porque já tinha feito algumas meia-maratonas e porque fui desafiado pelo Paulo Marcos, para a fazer. Conversa de "alto nível científico"e da maior (ir)racionalidade, do género: "Vamos fazer uma Maratona? ....Embora lá!!!!". Como a minha mulher diz: a "testosterona a falar".....

Não fui certamente um "aventureiro", pois para além da experiência que já tinha de algumas meias maratonas, fiz um plano de treinos que me levou a fazer, nos primeiros meses do ano de 2009, mais de 900 km, em perto de 94 horas:

23 treinos (1 corrida) e 216 km em Janeiro,
17 treinos (2 corridas) e 199 km em Fevereiro,
20 treinos (3 corridas) e 224 km em Março,
19 treinos (2 corridas) e 280 km em Abril (nunca mais fiz 280 km, num mês).

Destes treinos, dois tiveram mais de 30 km (máx. 34,5 km), seis entre 20 km e 30 km e sete entre 15 e 20 km. Incluídas neste conjunto, estão a Corrida do Fim da Europa (17 km), os 20 km de Cascais, a corrida das Lezírias (15 km) e a Meia Maratona da ponte 25 de Abril.

A Maratona era para ser na 1ª quinzena de Abril, mas foi foi adiada para 9 de Maio. No início era eu mais o Paulo, mas entretanto outros bravos aderiram ao desafio: a Luísa, o António Cruz e o Eduardo Correia. Também o Caló e o Miguel San-Payo, já experientes maratonistas se juntaram a nós para nos ajudarem e fazerem mais uma Maratona. Para além disso, tivémos, durante a prova, a ajuda de mais companheiros do Run 4 Fun

Às 7 horas da manhã, reunimo-nos perto do Centro Comercial Vasco da Gama, na Expo, para apanharmos a camioneta que nos levaria até ao Estoril, junto ao Casino, onde começou a prova, às 8:30.

Lá estava, na Expo, o grande Carlos Lopes, que era o organizador da prova, foi a Carlos Lopes Gold Marathon 2009, a última que ele organizou.


Chegados ao Estoril, preparámo-nos para começar a prova. E aqui estavam os nossos participantes. Para cinco deles, era a sua 1ª Maratona. Os experientes eram o Caló e o Miguel San-Payo.



Fomos em grupos, os mais rápidos, o Miguel San-Payo e o António Cruz, a seguir o Eduardo Correia e o Paulo Marcos e finalmente a Luísa e eu, acompanhados pelo nosso amigo Caló e pelo Artur Marona Beja, outro experiente maratonista.

Aos 20 km, já no Restelo, o Artur acelerou e eu segui com ele, o Caló ficou com a Luísa, a quem acompanharia até ao fim da prova. Aos 30 km, perto da Praça do Comércio não aguentei o ritmo do Artur e lá fui, sozinho, no meu passo que, nessa altura, já era esforçado.

Entretanto, na Praça do Comércio um grupo de companheiros tinha-se juntado ao Eduardo e ao Paulo: o Miguel Correia, o Paulo Curto de Sousa e o Vítor Lopes.



Em Santa Apolónia, juntou-se a mim a Joana Mira Mendes que me acompanhou quase até à Expo. A Joana estava sempre a dizer-me: estás a ir muito depressa.....vai mais devagar........ mas foi uma excelente companhia.

À entrada da Expo, tinha o Paulo Curto de Sousa, grande companheiro, que me levou até ao fim, quando eu já estava quase sem forças.

E no final lá tínhamos o Carlos Lopes e a Rosa Mota, os nossos campeões olímpicos da Maratona. Um autêntico privilégio............fazer uma primeira maratona e ter a honra de ser recebidos e tirar fotos com estes dois excepcionais atletas e muito simpáticas pessoas. Para nunca mais esquecer.....



O meu tempo foi de 4:15:10 (quatro horas, quinze minutos e dez segundos) a uma média de 6:04 por km. Tinha na altura, quase 50 anos de idade. A Luísa já os tinha feito, alguns meses antes. Dois anos depois, em Maio último, fiz a Maratona em 3:44:57, menos de 30 minutos. Mas, suponho, que já não conseguirei fazer muito melhor!! Devo estar quase no meu limite.!!!???




E deixem-me dizer-lhes algo em que acredito. E não sou só eu, há mais pessoas que fizeram a Maratona, que também partilham desta ideia.

Qualquer pessoa normal, pode fazer uma Maratona!

Não é preciso ser grande atleta, só precisas de ganhar alguma experiência de corrida, fazer umas corridas de 10 km, depois algumas Meias Maratonas, fixar a data da Maratona, definir e cumprir um plano de treinos adequado. Isto implica persistência e capacidade de aguentar algum desconforto.

E no grande dia, lá estarão prontos para a grande experiência, para chegar ao fim de algo que alguns anos atrás pensavam, tal como eu pensava, que seria coisa que nunca seria capaz de fazer na vida.

E a seguir, ficam satisfeitos com o que conseguiram, ou vão querer ainda mais.......

E agora contem lá as vossas experiências da vossa 1ª corrida, da 1ª corrida de 10 km, a 1ª Meia Maratona, a 1ª Maratona, a 1ª Ultra... uma corrida engraçada.

Boas férias e Runabraços



domingo, 7 de agosto de 2011

De volta a Sintra - a nova época está à porta


Caros Amigos,

Já tinha este "post" preparado, antes de o Luís ter colocado o dele.

Após o relato fantástico que ele partilhou connosco, quer a aventura, quer a escrita, bem como a forma fantástica de como as Suas palavras nos transportaram através de toda a beleza dos Alpes Suíços...estive prestes a desistir de colocar o que tinha preparado.

Foi nessa altura que revi o inspirado "post" do João Ralha "Porque Corremos?" e do video inspirador que o António Cruz partilhou no comentário que fez nesse "post"...reconsiderei e em função de concordar em absoluto com as palavras do João, cá vai...

Estamos em Agosto e os primeiros desafios de Setembro, a começar pela meia de São João das "rampas", estão à porta.

O "núcleo de Sintra" voltou à "nossa Serra" e já começámos a desfrutar novamente do fantástico local que é, e que nos permite efectuar treinos "RUNtásticos".
Já estavamos com saudades, e a serra também já estava com saudades nossas :-).

Na terça, fizemos a primeira subida...apenas 11Km para primeiro aquecimento.
Subimos desde a vila até aos 5,5Km e decidimos que para inicio estava bem.
O grupo foi composto pela Cristina, pelo João Fialho, pelo Franco, pelo Nuno Tempera, pelo Paulo Jorge (que subiu primeiro, voltou para subir connosco e no final ainda foi até à Beloura onde tinha deixado o carro...em grande) e por mim.

Na quinta, demos-lhe bem...não em distancia(16Km) mas em intensidade e força.
O grupo era mais pequeno (o João Fialho, o Nuno Tempera, o Luís Correia e Eu).
Iniciámos na vila a subida até São Pedro, depois trepámos a parede até Santa Eufémia e após a recuperação da descida, voltamos a subir até ao Castelo via São Pedro.
Fomos até à marca dos 5Km e voltámos via caminho habitual até aos carros.
Muito vento, muita humidade, alguma chuva, mas nada que impedisse uma noite muito FUN.

Hoje (domingo) cedinho, com o grupo ainda mais reduzido (Jorge Pinheiro, Franco e Eu), fomos até à Peninha.
Estava uma manhã fantástica e a serra repleta de ciclistas e caminheiros, um grande ambiente e permanente boa disposição, com os cuidados e piadas habituais, de que quem como nós gosta das actividades desportivas ao ar livre e que exactamente por isso, está nestes momentos com um espiríto de animação e partilha "diferentes".
É interessante saír de Sintra cedo, com a vila vazia e voltar sobre as 11horas e encontrar o local cheio de Turistas.
Quando estávamos a fazer os alongamentos dois casais de Italianos muito simpáticos(um deles corredor...mas já retirado ;-) ), pediram-nos para tirar uma foto com eles, que obviamente o fizemos com muito gosto e com quem ainda trocámos algumas palavras (foi agradável).

Para a próxima semana, iremos seguramente continuar com estas "pequenas visitas" até à Serra.
Quem se quiser juntar é sempre muito bem vindo.
Prometemos, bom ambiente, boa disposição, boa companhia, boas subidas e aquela água mágica que merecidamente bebemos da fonte "especial" à chegada.

Runabraços

Swissalpine Davos K78





 

Dado que a minha mais recente aventura desportiva teve lugar nos Alpes Suíços, mais precisamente na região de Davos-Klosters, local onde Thomas Mann situou um dos seus romances mais famosos, gostaria de começar esta crónica parafraseando as linhas de abertura do romance:
“Em pleno verão, um jovem simples partiu de Lisboa, sua cidade natal, para Davos-Platz, no cantão de Graubunden. Ia de visita por uma semana.”
No entanto, como infelizmente já não sou assim tão jovem nem tenho o talento de Thomas Mann, as próximas linha não terão, nem de perto, a qualidade literária da obra-prima que é “A Montanha Mágica.” Seja como for, vou-me colar à obra com a vã esperança que um pouco da sua pátina dourada dê algum lustro à minha prosa.
Numa leitura mais prosaica, o romance descreve o internamento de um jovem recém-licenciado num sanatório para tratamento de uma tuberculose, ou seja a antítese de uma prova desportiva de fundo. A um nível mais profundo trata da inserção do indivíduo no seu tempo e na tensão entre este e as forças sociais vigentes. “Ao ser humano não cabe apenas viver a sua vida individual. Consciente ou inconscientemente, ele toma também parte na vida da sua época e da sua contemporaneidade.” E que ânsia mais premente nesta nossa época órfã dos grandes heróis, senão a de ultrapassar os limites do individuo, consubstanciada na corrida de fundo e em particular no Ultra Trail (corridas superiores a 42,2 km, em Montanha, longe do alcatrão)?
Foi com esse espírito que fiz as malas no domingo anterior à prova e me preparei para um pequeno estágio de 4 dias para me aclimatar à altitude (Davos fica a 1540 m e gaba-se de ser a cidade mais alta da Europa). Viajei com os quatro elementos da família, uma enorme e constante fonte de apoio e de momentos mágicos vividos em conjunto. Eles também iam participar no K10 (10,5 km) e também tinham uma grande expectativa relativamente a estas férias desportivas.
Tal como Hans Castorp, o protagonista do Romance, foi de comboio que chegámos a Davos-Dorf: “Ao longe, no meio da paisagem, surgiu um lago de águas pardacentas, as margens debruadas a pinheiros negros de pontas esguias, que se iam diluindo até deixar perceber a rocha árida e nebulosa da montanha em redor.”



Davos


Pouparei os poucos leitores que tiveram a paciência de me seguir até aqui a uma descrição mais meticulosa e direi apenas que depois de uma semana fantástica, num cenário idílico, em que nos fartámos de caminhar e subimos de teleférico ao alto dos altos montes que rodeiam Davos, e ainda participámos em alguns dos muitos eventos levados a cabo pela irrepreensível organização, chegou por fim o grande dia.

No sábado, dia 30, acordei às 5h30 cheio de adrenalina. Preparei a mochila de hidratação, que hesitei levar até ao último momento, dado que os abastecimentos prometiam ser frequentes e abundantes. O que me decidiu no fim foi a baixa temperatura que se previa para o planalto que teríamos que percorrer. Assim, coloquei na mochila o corta-vento, uma camisola térmica, luvas, 7 geís que não dispenso pois são calorias de fácil e rápida ingestão, e um litro de água. Calcei as meias de compressão, os ténis Salomon, e vesti com o maior orgulho a camisola laranjinha do Run 4 Fun. Tomei ainda a precaução essencial de besuntar o rosto e pescoço com o protector solar.

Quando saí de casa estariam cerca de 8 graus e o céu apresentava-se nublado. Cheguei ao Estádio pouco antes das 7h. Foi com alegria que encontrei na linha de partida o Ricardo Diez, que, juntamente com o Gonçalo Cardoso, iria ser um companheiro inestimável na parte inicial da corrida. Procurei o Gonçalo com o olhar mas não o encontrei. Às 7h em ponto é dado o sinal de partida (que os Suíços não brincam com a pontualidade). Arrancamos no meio da algazarra geral. As ruas estão já, a esta hora tão matinal, repletas de gente que nos anima e incentiva com gritos, buzinas, chocalhos, badalos. Enfim, uma enorme participação popular que adiciona imenso colorido e entusiasmo à prova. Ao fim de meia-dúzia de quilómetros é com alegria que vemos o Gonçalo juntar-se a nós.
Avançamos em amena cavaqueira, mas em bom ritmo. Comentamos entre nós que os atletas devem estar equivocados, que com este ritmo logo no início (cerca de 5 min/km) de uma prova de 79 km, iríamos rebentar todos lá mais para a frente. No entanto como o percurso puxava, mantivemos a velocidade. Ao fim de 12 km abandonamos o alcatrão e entramos na primeira subida do primeiro trilho e é aí que a melhor forma do Ricardo leva a melhor, ele arranca e já não mais o vemos. As corridas são assim mesmo, cada um deve seguir ao ritmo que lhe permita um melhor usufruto da prova. Seguimos, o Gonçalo e eu, por uns trilhos estreitos mas rápidos, imersos numa mole humana.

Ricardo a caminho de Davos

Até Filisur, ao km 31, o percurso é essencialmente a descer (dos 1500 para os 1000 m) e em consequência fazemos esta parte a uma velocidade muito rápida, tendo chegado aos 31 km em 2h37m, em 258º lugar, e tendo feito uma média de 5:09 min/km. Baseado nas indicações da organização, tinha calculado as horas em que deveria passar em cada posto a fim de fazer um tempo final de prova de cerca de 10h. Em Filisur constato que tenho 30 minutos de avanço sobre o plano. Dizem os entendidos que esta normalmente não é boa estratégia, pois o ácido láctico acumula-se nos músculos numa fase precoce da corrida e mais tarde vem-se a pagar essa audácia. Foi com alguma apreensão que constatei que tínhamos ainda 48 longos quilómetros pela frente para comprovar essa hipótese nefasta. E que 48 quilómetros nos esperavam! O papelucho com o perfil altimétrico que eu levava comigo não enganava: aqui é que começava a subida.
Até ali mal tinha parado nos abastecimentos e ia bebericando da água da mochila, no entanto a partir deste ponto passei a parar em todos os abastecimentos para comer e beber e sobretudo servia-me como desculpa para repousar um pouco. Sempre que pude bebi uma sopa “boullion” morna e salgadinha, que me soube muito bem. Comi nogado, banana, bolinhos e um gel de 10 em 10 kms. Bebi chá isotónico, água e coca-cola. Nos 9 kms seguintes o tempo esteve quente e soalheiro e necessitei beber cada vez mais.

O Gonçalo e eu à passagem por Filisur

 
Em Filisur começa a subida para Bergun. Passámos por uns trilhos com uma subida acentuada em que pela primeira vez fomos obrigados a caminhar, correndo apenas ocasionalmente (este padrão repetiu-se de Bergun para diante). Quando chegámos aos 1476 m iniciámos então a descida até Bergun. Foi aqui que tive a minha primeira caimbrã, no preciso momento em que arranquei bruscamente para iniciar a descida. Apesar da dor e da rigidez na perna, procurei manter-me calmo, respirei fundo várias vezes e disse para mim mesmo: “vou andar que isto há-de passar”. Dei várias passadas cautelosas e a dor mantinha-se mas a rigidez pareceu aliviar, portanto recuperei a confiança em que não seria ainda aqui que daria a aventura por terminada.
Consegui por fim descer até Bergun, ao km 40, com 3h55m de prova e em 240º lugar, tendo mantido um ritmo de 9:04 min/km nos últimos 9 kms. Milagrosamente, e apesar dos percalços, tinha conseguido subir lugares na tabela classificativa, sobretudo graças ao ânimo constante do Gonçalo, que veio o tempo todo a puxar por mim! Aliás, é à excelente companhia deste bom amigo que devo uma primeira metade de corrida muito gratificante.
Bergun é uma povoação muito bonita, situada num vale pitoresco ladeado de montanhas cobertas de pinheiros.

Bergun

 De Bergun (40,2 km e 1365 m) até Valzana (48,7 km e 1952 m) o caminho é feito meio a correr meio a andar e eu chego lá já bastante mais moído e menos fresco do que nos kms iniciais. A seguir a Valzana começa o verdadeiro desafio. É aqui que tem inicio a parte do caminho em altitude e o percurso verdadeiramente técnico. Por volta dos 2000 m os pinheiros começam a rarear e apenas se vislumbra vegetação rasteira. Entramos num single-track que sobe 340 m em apenas 1,4 km! Como melhor trepador que é, o Gonçalo adianta-se e não torno a vê-lo. Lá sigo ao ritmo possível, com cada passada a revelar-se a um esforço extenuante. Sou ultrapassado por vários atletas.
De Tschuvel (50,1 km e 2290 m) até Keshhutte (52,9 km e 2632 m) a subida já é um pouco menos acentuada. De tal forma que até permite de vez em quando alguns passos em ritmo de corrida numa euforia efémera. Keshhutte é a passagem para o planalto. Está assinalada por uma hospedaria rústica em madeira onde nos fornecem o abastecimento e uns sacos de plástico à laia de corta-vento, pois começa neste momento a cair uma chuva miudinha. Estou no km 52,9 e tenho agora 6h14m de prova. Os últimos 13 km foram feitos em 2h20m a um ritmo de 10:08 min/km. Estou neste momento no 266º lugar. Caí apenas 8 lugares na classificação desde Filisur. Ou seja, apesar de tudo parece-me que a estratégia (ou falta dela) da maioria dos corredores tem sido bastante semelhante à minha.

Subida para Keshhutt
 
Entro no planalto, que começa logo com uma descida num single-track bastante estreito, com muitas pedras e lama. É difícil ultrapassar, mas cedo lugar, sem qualquer hesitação, sempre que alguém se aproxima. Descemos 230 m e voltamos a subir. Vejo-me livre do saco de plástico pois deixou de chover e estou a ficar suado. Passamos ao lado de um lago numa zona muito bonita já perto do Sertigpass. Na subida para o Sertigpass começa a chover copiosamente e vejo-me forçado a vestir o meu corta-vento. Após apenas alguns minutos tenho as mãos enregeladas e tenho dificuldade em calçar as luvas. A subida é bastante acentuada mas felizmente curta. Passo por alguns atletas que arquejam consideravelmente.  
Chego enfim, às 7h21m de prova, a Sertigpass, o ponto mais alto do percurso, a 2739 m, 58,3 km do caminho, imerso no meio da névoa. Nunca antes tinha corrido até um ponto tão alto. Felizmente não sinto nenhum dos males de montanha que por vezes afectam os atletas. Sinto-me antes eufórico, exultante de júbilo por ter aqui chegado.


Em Keshhutt

A partir daqui é sempre a descer até Davos. A descida é perigosa e escorregadia devido à chuva. Passamos ao lado de neve. Ao fim de 3 km deixamos um single-track muito técnico e de inclinação acentuada e entramos num caminho de terra batida muito mais transitável. No meio termo descemos 540 m e já estamos a 2200 m no km 61. Depois é descer o mais depressa possível. Desde que os quadricepes aguentem, o fim já se vislumbra no horizonte! Até chegar às primeiras povoações (Sertig Dorfli, 65,4 km e 1861 m) ainda consigo progredir rapidamente (8h05m de prova). Depois foi já com maior dificuldade que os quilómetros já eram muitos. Entretanto despi o corta-vento pois a temperatura voltou a subir com a descida.
Após mais alguns quilómetros atribulados, às 9h36m de prova chego finalmente ao estádio em Davos. Foi com uma enorme alegria que cortei a meta de mão dada com o meu filho Rui, que ostentava orgulhosamente a medalha do K10 (10,5 km) ao peito. Cheguei completamente exausto mas feliz, em 261º lugar entre 1011 finalistas. O meu Garmin marcava 80,26 km e 3534 m de desnível positivo. O vencedor, um Sueco, conseguiu chegar numas incríveis 6h11m.

Chegada à meta


Reencontrei a minha linda família e eles descreveram-me a sua aventura no K10. Foi também para eles um belo momento de superação pessoal o cruzar da linha de chegada no estádio, algumas horas antes. A minha filha Rita adorou em particular todo o incentivo que recebeu do público. Sentiu-se uma heroína. Com 1h22m o Rui foi 7º no seu escalão e a Rita com 1h37m foi 13ª. A Helena acompanhou a Rita até quase à meta, quando esta última aproveitou uma distracção da mãe para arrancar num sprint furioso e assim terminar à sua frente.

Rui
Rita
Helena
 
Um elemento que destacaria em particular desta magnífica experiencia é a vasta participação em termos etários e de género nas várias corridas do programa (K10, K21, K30, C42, K42 e K78). Viram-se atletas de variadas idades, com 7 atletas com mais de 70 anos a terminar o K78 (o primeiro dos quais em 11h14m)! A única prova que teve um limite mínimo de idade foi o K78. O único reparo à organização foi a reduzida utilização do Inglês, dado que o Alemão foi a língua predominante. Mas enfim, num país com 4 línguas oficiais, talvez seja pedir demasiado. De resto a organização esteve impecável.

Termino como comecei, com uma citação, algo pretensiosa no contexto em que a coloco (espero que me perdoem), de “A Montanha Mágica”:
“Para que um individuo se disponha a realizar uma tarefa de peso, para lá dos limites do absolutamente necessário, sem que a sua época forneça uma resposta satisfatória à questão da finalidade, é fundamental viver em solidão e independência morais – o que comporta algo de heróico e raramente sucede – ou ser dotado de uma vitalidade extremamente robusta.” No meu caso a vontade de realizar estas pequenas proezas pessoais não advém de uma constituição particularmente robusta ou de uma “solidão e independência morais” mas encontra antes forças no apoio da família e no grupo de companheiros Run 4 Fun e de outros amigos que vou fazendo no meio dos Trilhos. E isso, juntamente com as montanhas, basta-me.



sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Feliz Aniversário

Este mês de Agosto estão de parabéns os nossos atletas:

3 de Agosto Miguel Almeida
5 de Agosto José Grilo
16 de Agosto Nuno Miguel Matias Tempera
17 de Agosto Paulo Jorge
21 de Agosto António José Cebola
30 de Agosto António Correia

Fazemos votos de um feliz aniversário!

A vida imita a arte quando é muito bem vivida. No próximo ano que cada bom momento se repita.

Que continuem a ter bons momentos na nossa companhia.

Run 4 Fun, pelo prazer de correr

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Porque corremos?

Chegou-me a informação de que alguns leitores do nosso blogue julgam que o Run 4 Fun é constituído por um grupo de "loucos" que andam sempre preocupados em bater recordes (PBT - "personal best time") e em correr em ambientes cada vez mais difíceis.

Não é bem assim!!!

Existe um grupo relativamente reduzido de corredores mais entusiastas e mais competitivos que gostam de testar os seus próprios limites, mas a maioria dos nossos companheiros gostam de correr, pelo prazer de correr. Mesmo os mais competitivos, também gostam de correr porque se sentem bem. É um "vício" saudável.

O fato de se definirem objetivos, do tipo "bater o PBT dos 10 km" ou "correr a meia maratona em menos de 2 horas", funciona como um incentivo para fazer e cumprir o necessário planeamento, dado que, em geral, nada na vida resulta do acaso. Aliás, ter um objetivo é uma condição necessária para sairmos da nossa zona de conforto, pois quem começa a correr não sente logo sensações agradáveis ou perde de imediato aqueles "quilitos" a mais.

Começar a correr é um processo difícil que é "facilitado" pelo fato de se definirem objetivos. Esses objetivos vão sendo alterados à medida que vão sendo cumpridos. Começei com o objetivo de correr 20 minutos seguidos; pouco tempo depois já consigo correr 30 minutos seguidos. Daí a algum tempo, já consigo fazer 5 km. Depois começo a preocupar-me com o ritmo. Já consigo correr a 6:30 min./km. A seguir, tenho como objetivo fazer uma prova de 10 km. Depois quero fazer os 10 km em menos de 60 minutos. O passo seguinte é baixar dos 55 minutos aos 10 km e começo a pensar fazer uma Meia Maratona. E assim sucessivamente......

E onde é que isto pára???

Para os atletas com maior talento e com maiores horizontes, o limite é sucessivamente correr maiores distâncias, em menor tempo. Sair da estrada para começar a correr na montanha. Fazer "ultras" depois de fazer algumas Maratonas ("ultras" são provas com distancia superior à Maratona).

Mas isso só um reduzido número de companheiros consegue fazer, talvez menos que uma dezena. Posso citar os nomes que me lembro: Caló, Luís Matos Ferreira, Marco Gouveia, Paulo Jorge Rodrigues, e há quinze dias o Miguel San-Payo e o Zé Carlos Melo. E o Teodoro e o Jorge Esteves que fizeram a Geira há algumas semanas. Se me esqueci de alguns, aqui ficam as minhas desculpas.

Mas são os exemplos destes atletas que "inspiram" outros atletas a tentar superar-se. O raciocínio é simples. "Se ele conseguiu, eu também sou capaz.....". E podem ter a certeza de uma coisa: quem já fez provas mais difíceis quer sempre que outros companheiros as consigam fazer. Até para poderem ter companhia dos amigos. É algo que é muito importante nas provas mais difíceis.

Somos mais de 150, por isso estão a ver que não somos nenhum grupo radical ou "super". Somos apenas pessoas que gostam de correr, que gostam de fixar e atingir objetivos. É quase como um "jogo" que permite manter aceso o interesse.

E quem consegue correr mais depressa também consegue correr mais devagar. E quem correr devagar, se treinar e se inspirar nos exemplos de outros, também vai conseguir correr mais depressa.....E apelo aos nossos companheiros para darem aqui os seus testemunhos de como foi a sua evolução. Como vai sendo feito o "caminho".

Venham correr (ou andar) connosco que se vão sentir melhor. É muito agradável e o ambiente é simpático.

Vejam como eles estavam satisfeitos na foto acima, antes da corrida do Oriente.

Runabraços

Grande Trail Serra D'Arga


Poderíamos estar aqui eternamente a falar das belezas do nosso país e dos locais desconhecidos que existem por esse país fora, uma das formas de os conhecer e desfrutar deles é através de caminhadas e para os mais atrevidos provas de trail que passam por locais que muitas vezes só vemos nas revistas.

Um desses locais é seguramente na zona norte a Serra d’Arga e é precisamente nesse local que a 23 de Outubro se vai realizar a primeira edição do Grande Trail Serra D’Arga organizada por um dos mais conhecidos ultra maratonistas de Portugal, Carlos Sá.

Para quem anda nestas coisas de trail é certo que ficará motivado pelas imagens disponíveis no site, para quem não anda ou prefere um belo fim de semana saudável nada como uma boa caminhada e aproveitar de seguida os restaurantes da zona.

Seja como for quer-me parecer um excelente programa de fim de semana, aqui fica a sugestão.

Mais informações em http://grandetrailserradearga.blogspot.com/

Lá nos encontraremos.

Boas férias e Runabraços